

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou nesta quinta-feira que deixará o mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e se mudará para Santa Catarina, onde pretende consolidar sua candidatura ao Senado em 2026. A declaração ocorreu na abertura da sessão legislativa, em um pronunciamento longo e carregado de simbolismo político.
Carlos afirmou que a mudança representa a continuidade de um projeto pessoal e familiar. Segundo ele, a decisão não tem relação com pressão, mas com um chamado que, em suas palavras, não poderia cumprir permanecendo no Rio.
“Parto dessa cidade com o coração cheio de saudade, mas também com serenidade. Vou para Santa Catarina para atender a uma missão maior. Não é fuga, é continuidade de uma luta”, discursou. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
O vereador se emocionou ao falar sobre o pai, Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos na sede da Polícia Federal em Brasília.
Carlos classificou a situação do ex-presidente como injusta. “Ele enfrenta uma vida injusta, fruto de contradições, vícios e interpretações políticas. Bolsonaro está preso, mas não derrotado. Derrotado é quem abandona seus princípios”, afirmou. Segundo ele, confia que “a Justiça, cedo ou tarde, abrirá a porta que querem manter fechada”.
A trajetória de Carlos Bolsonaro na Câmara do Rio começou cedo: ele assumiu o primeiro mandato em 2000, com apenas 17 anos, e emendou seis reeleições. Foi o vereador mais votado da cidade em 2016 e novamente em 2024.
No discurso de despedida, destacou iniciativas como o clube de literatura clássica e o “Dia Municipal da Liberdade de Expressão”, que, segundo ele, refletem sua atuação voltada à defesa de valores conservadores.
O presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), elogiou o colega, chamando-o de “sincero” e “amigo”, apesar das divergências com outros parlamentares.
A vereadora Rosa Fernandes (PSD), decana da Casa, também fez uma homenagem, relembrando a trajetória de Carlos desde que chegou ao Legislativo ainda menor de idade. “Vi aquele menino se tornar um homem, um homem que amadureceu apanhando”, disse.
A mudança para Santa Catarina já vinha sendo trabalhada nos bastidores ao longo de 2024. A avaliação do PL é que Carlos teria bom desempenho no estado, onde Bolsonaro obteve quase 70% dos votos no segundo turno de 2022.
Mesmo assim, a movimentação de Carlos provoca resistência dentro do próprio PL catarinense. Uma ala do partido considera que sua entrada na disputa pode prejudicar a deputada federal Carol de Toni (PL-SC), também pré-candidata ao Senado.
Além disso, aliados do governador Jorginho Mello (PL) avaliam que entregar as duas vagas ao Senado para nomes do mesmo partido poderia dificultar alianças com outras siglas em 2026. (Foto: reprodução; Fonte: O Globo)
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O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou nesta quinta-feira que deixará o mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e se mudará para Santa Catarina, onde pretende consolidar sua candidatura ao Senado em 2026. A declaração ocorreu na abertura da sessão legislativa, em um pronunciamento longo e carregado de simbolismo político.
Carlos afirmou que a mudança representa a continuidade de um projeto pessoal e familiar. Segundo ele, a decisão não tem relação com pressão, mas com um chamado que, em suas palavras, não poderia cumprir permanecendo no Rio.
“Parto dessa cidade com o coração cheio de saudade, mas também com serenidade. Vou para Santa Catarina para atender a uma missão maior. Não é fuga, é continuidade de uma luta”, discursou. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
O vereador se emocionou ao falar sobre o pai, Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos na sede da Polícia Federal em Brasília.
Carlos classificou a situação do ex-presidente como injusta. “Ele enfrenta uma vida injusta, fruto de contradições, vícios e interpretações políticas. Bolsonaro está preso, mas não derrotado. Derrotado é quem abandona seus princípios”, afirmou. Segundo ele, confia que “a Justiça, cedo ou tarde, abrirá a porta que querem manter fechada”.
A trajetória de Carlos Bolsonaro na Câmara do Rio começou cedo: ele assumiu o primeiro mandato em 2000, com apenas 17 anos, e emendou seis reeleições. Foi o vereador mais votado da cidade em 2016 e novamente em 2024.
No discurso de despedida, destacou iniciativas como o clube de literatura clássica e o “Dia Municipal da Liberdade de Expressão”, que, segundo ele, refletem sua atuação voltada à defesa de valores conservadores.
O presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), elogiou o colega, chamando-o de “sincero” e “amigo”, apesar das divergências com outros parlamentares.
A vereadora Rosa Fernandes (PSD), decana da Casa, também fez uma homenagem, relembrando a trajetória de Carlos desde que chegou ao Legislativo ainda menor de idade. “Vi aquele menino se tornar um homem, um homem que amadureceu apanhando”, disse.
A mudança para Santa Catarina já vinha sendo trabalhada nos bastidores ao longo de 2024. A avaliação do PL é que Carlos teria bom desempenho no estado, onde Bolsonaro obteve quase 70% dos votos no segundo turno de 2022.
Mesmo assim, a movimentação de Carlos provoca resistência dentro do próprio PL catarinense. Uma ala do partido considera que sua entrada na disputa pode prejudicar a deputada federal Carol de Toni (PL-SC), também pré-candidata ao Senado.
Além disso, aliados do governador Jorginho Mello (PL) avaliam que entregar as duas vagas ao Senado para nomes do mesmo partido poderia dificultar alianças com outras siglas em 2026. (Foto: reprodução; Fonte: O Globo)
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