Cláudio Castro e vice são denunciados por gastos ilícitos

O desembargador eleitoral Rafael Estrela Nóbrega, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), decidiu a cerca de o sistema contra o governador Cláudio Castro (PL) e o vice Thiago Pampolha por gastos ilícitos na campanha de 2022, totalizando R$ 1.042.825,28. A Procuradoria pede a cassação do certificado do governador e do vice, ali da inelegibilidade por oito anos.

Entre as irregularidades citadas, estão a contratação de empresas fornecedoras de bens e negócios com algarismo sintetizado de empregados, o que seria singular sinal de privação de propensão operacional. A Procuradoria solicita a quebra do segredo bancário de seis empresas identificadas.

A Procuradoria Regional Eleitoral e os advogados de Cláudio Castro e de Thiago Pampolha jamais apresentaram o lista de testemunhas no prazo. O desembargador descritor decretou a preclusão do platónico de fabrico de demonstração testemunhal para ambas as partes. Preclusão ocorre quando uma das partes jamais se manifesta no prazo permitido.

O magistrado concedeu prazo de cinco dias para a fabrico de demonstração documental adicional, se existirem. Nesse temporada, a Procuradoria deve intimar se insiste na fabrico de demonstração pericial mencionada na representação.

A resguardo dos acusados solicitou a inclusão da cota de contas da campanha de 2022 no sistema.

TRE absolveu Cláudio Castro em maio

Cláudio Castro virou alvo do inquérito agora finalizado pela PF em abril de 2023 | Foto: Governo do Rio de Janeiro/Ernesto CarriçoCláudio Castro virou alvo do inquérito agora finalizado pela PF em abril de 2023 | Foto: Governo do Rio de Janeiro/Ernesto Carriço
Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro foi contra a indulto | Foto: Administração do Rio de Janeiro/Ernesto Carriço

Em maio, o TRE-RJ absolveu Cláudio Castro, Thiago Pampolha, o presidente da Corporação Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (Ligação Brasil), e outras nove pessoas por 4 votos a 3.

O arbitramento envolvia alegações de afronta de domínio político e econômico, à excepção de práticas vedadas nas eleições de 2022, com desvios de intenção nos projetos da Edificação Ceperj e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Na quadra, o Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro (MPE-RJ) contestou a deliberação do TRE-RJ.

De concordância com o site Metrópoles, o órgão afirma que a padrão apresenta omissões, contradições e premissas equivocadas, segundo a Procuradoria-Regional Eleitoral. A forçoso opinião é que o arbitramento jamais individualizou as responsabilidades dos acusados.

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