CNJ pede medidas contra advogado que deu voz de prisão a juíza

A Corregedoria Pátrio de Equidade (CNJ) solicitou à Sistema dos Advogados do Brasil (OAB) ações contra o advogado Rafael Dellova. Na terça-feira 2, ele deu voz de prisão à juíza do labuta Alessandra de Cássia Fonseca Tourinho. O ocorrência ocorreu durante uma audiência em Grinalda (SP).

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Naquela ensejo, o advogado se irritou em seguida de possuir uno apelação contrariado pela magistrada. Dellova afirmou que iria suspender a audiência repetidamente. Em resposta, a juíza decidiu remarcar a sessão. Por nascimento disso, o advogado começou a reivindicar. 

“Vossa primazia, estou te dando voz de prisão por injúria de domínio”, disse Dellova. A juíza se sentiu ameaçada, pediu adjutório dos seguranças e deixou a aposento.

Associações repudiam o incidente

A Reunião dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Reunião dos Magistrados da Equidade do Lavor da 2ª Distrito (Amatra-2) e a Reunião Pátrio dos Magistrados da Equidade do Lavor (Anamatra) repudiaram o incidente. 

Segundo a Amatra-2, “a democracia se enfraquece quando são perpetrados ataques depreciativos a uno magistrado, sobretudo na aspecto de uma dama”. 

Lá disso, afirmou que intimidar e conceder voz de prisão à presidente da audiência, sem algum respaldo permitido, afeta a própria prestígio do Mando Judiciário”.

CNJ diz que o conduta do advogado foi desproporcional 

Em serviço, o corregedor vernáculo de Equidade, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que o conduta do advogado foi desproporcional e parecia tender “à espetacularização do ato”. 

O ministro acrescentou, ainda, que as palavras do advogado levam a uno teor intimidador, já que ele afirmou que a juíza nunca poderia transpor do lugar.

Salomão deu prazo de 15 dias à OAB para se pronuncie a respeito de o ocorrência. Lá disso, o magistrado enviou uno serviço ao Ministério Público Federalista. 

O corregedor enfatizou que a CNJ pode operar em casos uma vez que esse para afiançar o benévolo desempenho da atividade do Mando Judiciário.

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