
Jason Miller, principal assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se posicionar sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal.
Em publicação no X nesta quarta-feira (10), ele afirmou que as acusações contra o ex-mandatário brasileiro são “fraudulentas e inconstitucionais”.
O conselheiro compartilhou um vídeo com trechos do voto do ministro Luiz Fux, que abriu divergência em relação ao relator Alexandre de Moraes.
“O juiz Fux está DESTRUINDO completamente a guerra política de notícias falsas que Alexandre de Moraes vem travando contra o presidente Jair Bolsonaro e o bom povo do Brasil”, escreveu Miller.
Durante a sessão, Fux argumentou que o STF não tem competência para julgar o caso e defendeu a anulação integral do processo. Ele também votou pela absolvição de Bolsonaro e de outros sete réus do crime de organização criminosa.
Para que o julgamento seja anulado, os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin precisariam acompanhar a posição de Fux, algo considerado improvável diante do histórico de ambos em etapas anteriores da ação penal.


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Jason Miller, principal assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se posicionar sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal.
Em publicação no X nesta quarta-feira (10), ele afirmou que as acusações contra o ex-mandatário brasileiro são “fraudulentas e inconstitucionais”.
O conselheiro compartilhou um vídeo com trechos do voto do ministro Luiz Fux, que abriu divergência em relação ao relator Alexandre de Moraes.
“O juiz Fux está DESTRUINDO completamente a guerra política de notícias falsas que Alexandre de Moraes vem travando contra o presidente Jair Bolsonaro e o bom povo do Brasil”, escreveu Miller.
Durante a sessão, Fux argumentou que o STF não tem competência para julgar o caso e defendeu a anulação integral do processo. Ele também votou pela absolvição de Bolsonaro e de outros sete réus do crime de organização criminosa.
Para que o julgamento seja anulado, os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin precisariam acompanhar a posição de Fux, algo considerado improvável diante do histórico de ambos em etapas anteriores da ação penal.


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