Condenada por participar dos atos de 8 de Janeiro, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorização para deixar a prisão domiciliar e realizar um tratamento odontológico.
O documento, encaminhado ao STF na manhã desta quinta-feira (4/12), cita que a ida dela à clínica localizada no Jardim dos Calegaris, em Paulínia (SP), é para um “tratamento indispensável à sua saúde bucal, havendo indicação para avaliação e possível intervenção imediata”.
Débora ficou conhecida por escrever a frase “Perdeu, mané” com um batom na estátua da Justiça, localizada em frente à sede do STF, durante a invasão e depredação dos prédios públicos no 8/1. O STF a condenou a 14 anos de prisão pelos seguintes crimes:
- Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- Golpe de Estado;
- Dano qualificado (pelo patrimônio público e tombado);
- Deterioração do patrimônio tombado;
- Associação criminosa armada.
Monitorada por tornozeleira eletrônica, Débora recentemente precisou ir às pressas a um hospital devido a uma infecção urinária. O relatório encaminhado ao STF aponta que ela violou a área da residência ao se deslocar para a unidade hospitalar.
Leia também
-
Brasil
Defesa de Bolsonaro cita caso da “Débora do Batom” em crítica a Moraes
-
Paulo Cappelli
Moraes aceita justificativa de Débora do Batom após ida a hospital
-
Paulo Cappelli
“Débora do Batom” passa mal e é atendida em hospital
-
Paulo Cappelli
Moraes determina início do cumprimento de pena de “Débora do Batom”
“Em análise ao referido monitoramento, foi possível constatar que no dia 03/11/2025, às 20h38, o(a) monitorado(a) em questão incorreu na violação: área de inclusão (domiciliar), a qual permaneceu até 04/11/2025, às 03h07”, diz o documento enviado a Moraes.
Débora chegou a pedir perdão, em novembro do ano passado, por ter pichado a estátua, dizendo que “não fazia ideia do bem financeiro e do bem simbólico”. Desde março, ela cumpre prisão domiciliar já na execução de pena.
4 imagens

Fechar modal.![]()

Estátua do STF pichada após atos de 8 de janeiro
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Estátua da Justiça sendo lavada no STF
Hugo Barreto/Metrópoles
PGR denuncia mulher que pichou “perdeu mané” em estátua do STF no 8/1
Viníciud Schmidt/Metrópoles
A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, presa por ter pichado a estátua
Reprodução
<“Débora do Batom” pede autorização de Moraes para ir ao dentista[/gpt3]
<
Condenada por participar dos atos de 8 de Janeiro, a cabeleireira Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorização para deixar a prisão domiciliar e realizar um tratamento odontológico.
O documento, encaminhado ao STF na manhã desta quinta-feira (4/12), cita que a ida dela à clínica localizada no Jardim dos Calegaris, em Paulínia (SP), é para um “tratamento indispensável à sua saúde bucal, havendo indicação para avaliação e possível intervenção imediata”.
Débora ficou conhecida por escrever a frase “Perdeu, mané” com um batom na estátua da Justiça, localizada em frente à sede do STF, durante a invasão e depredação dos prédios públicos no 8/1. O STF a condenou a 14 anos de prisão pelos seguintes crimes:
- Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- Golpe de Estado;
- Dano qualificado (pelo patrimônio público e tombado);
- Deterioração do patrimônio tombado;
- Associação criminosa armada.
Monitorada por tornozeleira eletrônica, Débora recentemente precisou ir às pressas a um hospital devido a uma infecção urinária. O relatório encaminhado ao STF aponta que ela violou a área da residência ao se deslocar para a unidade hospitalar.
Leia também
-
Brasil
Defesa de Bolsonaro cita caso da “Débora do Batom” em crítica a Moraes
-
Paulo Cappelli
Moraes aceita justificativa de Débora do Batom após ida a hospital
-
Paulo Cappelli
“Débora do Batom” passa mal e é atendida em hospital
-
Paulo Cappelli
Moraes determina início do cumprimento de pena de “Débora do Batom”
“Em análise ao referido monitoramento, foi possível constatar que no dia 03/11/2025, às 20h38, o(a) monitorado(a) em questão incorreu na violação: área de inclusão (domiciliar), a qual permaneceu até 04/11/2025, às 03h07”, diz o documento enviado a Moraes.
Débora chegou a pedir perdão, em novembro do ano passado, por ter pichado a estátua, dizendo que “não fazia ideia do bem financeiro e do bem simbólico”. Desde março, ela cumpre prisão domiciliar já na execução de pena.
4 imagens

Fechar modal.![]()

Estátua do STF pichada após atos de 8 de janeiro
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Estátua da Justiça sendo lavada no STF
Hugo Barreto/Metrópoles
PGR denuncia mulher que pichou “perdeu mané” em estátua do STF no 8/1
Viníciud Schmidt/Metrópoles
A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, presa por ter pichado a estátua
Reprodução
[/gpt3]
