
A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP), que se encontra atualmente na Itália, não tem planos de disputar novas eleições, nem no Brasil nem fora dele. A informação foi repercutida por diversos veículos de imprensa nesta terça-feira (15) pela manhã.
Entretanto, segundo sua equipe jurídica, a parlamentar está desmotivada com a política institucional e não cogita concorrer a cargos eletivos no país europeu, onde permanece desde que teve sua prisão preventiva determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Embora a decisão judicial tenha colocado seu nome na lista de foragidos da Justiça brasileira, seus advogados rejeitam essa classificação e alegam que ela está acessível às autoridades italianas.
A defesa afirma ainda que Zambelli não rompeu totalmente com a esfera pública e pretende continuar opinando sobre política, motivada pelo apoio que tem recebido de seguidores que valorizam seu trabalho.
“Ela não pretende ser deputada na Itália. O momento é de reflexão, e o desejo dela é se manter fiel às pessoas que acreditam em sua trajetória”, dizem os advogados. Segundo eles, Zambelli está inclinada a voltar às suas origens como ativista, uma vez que o período como parlamentar teria sido marcado por “desilusões e frustrações”.
Na visão da deputada, afirmam os defensores, a estrutura do Congresso a impede de agir livremente diante de “situações absurdas”, forçando-a a ceder em nome de um “bem maior” que, na prática, não condiz com os interesses do povo. Zambelli acredita que é possível ter maior impacto fora do Legislativo, onde não estaria sujeita a pressões vindas de diferentes espectros ideológicos.
Questionada pela CNN sobre a recusa em cumprir a decisão judicial brasileira, a defesa respondeu que “um ministro que não segue a Constituição Federal não pode ditar o que ela deve ou não fazer”.
No mês passado, Zambelli anunciou que havia deixado o Brasil, inicialmente para dar continuidade a um tratamento de saúde. Em entrevista à Rádio Auri Verde Brasil, ela afirmou: “Estou fora do Brasil já faz alguns dias. Vim, a princípio, buscando tratamento médico que já fazia aqui e agora vou pedir afastamento do cargo”. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: CNN)
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Embora a decisão judicial tenha colocado seu nome na lista de foragidos da Justiça brasileira, seus advogados rejeitam essa classificação e alegam que ela está acessível às autoridades italianas.
A defesa afirma ainda que Zambelli não rompeu totalmente com a esfera pública e pretende continuar opinando sobre política, motivada pelo apoio que tem recebido de seguidores que valorizam seu trabalho.
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Questionada pela CNN sobre a recusa em cumprir a decisão judicial brasileira, a defesa respondeu que “um ministro que não segue a Constituição Federal não pode ditar o que ela deve ou não fazer”.
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