Delegado preso diz que nunca mataria Marielle porque ela o ajudava em investigações: ‘Quem matou foi a milícia’

Rivaldo Barbosa depôs nesta segunda-feira no Parecer de Moral da Parlamento dos Deputados em método que pode resultar na cassação de Chiquinho Brazão

Bruno Spada/Parlamento dos Deputados
O representante Rivaldo Barbosa (de azul) depõe por videoconferência da penitenciária onde está prisioneiro

O ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, prestou prova ao Parecer de Moral da Parlamento dos Deputados nesta segunda-feira (15). Ele é espectador no método que pode resultar na cassação do parlamentário Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), denunciado de ser uno dos mandantes do assassínio da vereadora Marielle Aberto e do motorista Anderson Gomes. Durante seu prova, Rivaldo Barbosa negou algum envolvimento no delito e afirmou nunca haver tido contato com os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, que são apontados uma vez que coautores do assassínio. Ele declarou que forneceu voluntariamente as senhas de seus aparelhos eletrônicos para averiguação. “A milícia é uno cancro que berço mortes. Eu lutei por anos contra essas forças e hoje estou cá, prestando prova, preso em uma penitenciária federalista. Concedi minhas senhas de celular e computador para que investiguem e vejam que nunca falei com os irmãos Brazão,” afirmou Barbosa.

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Rivaldo Barbosa ressaltou seu humano relacionamento com Marielle Aberto, destacando que ela colaborava em investigações a cerca de mortes no Multíplice da Maré. “Marielle incessantemente fazia contato comigo, trabalhava com o logo parlamentário Marcelo Freixo, que presidia a Percentagem de Direitos Humanos da Alerj. Ela colaborou em investigações a cerca de mortes no Multíplice da Maré. Eu nunca iria participar do assassínio de alguém que me ajudou,” disse o representante. Barbosa é denunciado no STF (Sumo Judicatura Federalista) ao renque de Domingos e Chiquinho Brazão, denunciado de envolvimento no planejamento do assassínio da vereadora. Ele destacou que a delação contra ele foi feita por Ronnie Lessa, assinalado uma vez que responsável dos disparos que mataram Marielle e Anderson. “Quem Ronnie Lessa implica no evento? Eu, que indiquei o representante Giniton Lages para o evento. Ele está tentando abocanhar a averiguação,” completou Barbosa.

Publicada por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com achega de IA



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Rivaldo Barbosa depôs nesta segunda-feira no Parecer de Moral da Parlamento dos Deputados em método que pode resultar na cassação de Chiquinho Brazão

Bruno Spada/Parlamento dos DeputadosO delegado Rivaldo Barbosa depõe por videoconferência da penitenciária onde está detido
O representante Rivaldo Barbosa (de azul) depõe por videoconferência da penitenciária onde está prisioneiro

O ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, prestou prova ao Parecer de Moral da Parlamento dos Deputados nesta segunda-feira (15). Ele é espectador no método que pode resultar na cassação do parlamentário Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), denunciado de ser uno dos mandantes do assassínio da vereadora Marielle Aberto e do motorista Anderson Gomes. Durante seu prova, Rivaldo Barbosa negou algum envolvimento no delito e afirmou nunca haver tido contato com os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, que são apontados uma vez que coautores do assassínio. Ele declarou que forneceu voluntariamente as senhas de seus aparelhos eletrônicos para averiguação. “A milícia é uno cancro que berço mortes. Eu lutei por anos contra essas forças e hoje estou cá, prestando prova, preso em uma penitenciária federalista. Concedi minhas senhas de celular e computador para que investiguem e vejam que nunca falei com os irmãos Brazão,” afirmou Barbosa.

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Rivaldo Barbosa ressaltou seu humano relacionamento com Marielle Aberto, destacando que ela colaborava em investigações a cerca de mortes no Multíplice da Maré. “Marielle incessantemente fazia contato comigo, trabalhava com o logo parlamentário Marcelo Freixo, que presidia a Percentagem de Direitos Humanos da Alerj. Ela colaborou em investigações a cerca de mortes no Multíplice da Maré. Eu nunca iria participar do assassínio de alguém que me ajudou,” disse o representante. Barbosa é denunciado no STF (Sumo Judicatura Federalista) ao renque de Domingos e Chiquinho Brazão, denunciado de envolvimento no planejamento do assassínio da vereadora. Ele destacou que a delação contra ele foi feita por Ronnie Lessa, assinalado uma vez que responsável dos disparos que mataram Marielle e Anderson. “Quem Ronnie Lessa implica no evento? Eu, que indiquei o representante Giniton Lages para o evento. Ele está tentando abocanhar a averiguação,” completou Barbosa.

Publicada por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com achega de IA

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