
A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), integrante da flotilha internacional encabeçada pela ativista sueca Greta Thunberg, deve ser transferida para um centro de detenção localizado em Ketsiot, no sul de Israel, próximo à fronteira com o Egito. A embarcação em que estava foi interceptada por forças israelenses na quarta-feira (1º), quando seguia rumo a Gaza.
Ela está incomunicável há mais de 40h. A informação foi divulgada pela assessoria da parlamentar em suas redes sociais. Ainda conforme a equipe de comunicação, a petista está sendo transferida para um centro de detenção de Ketziot, no sul de Israel, onde o serviço consular do Brasil vai realizar visitas.
De acordo com informações obtidas pela CNN, a parlamentar estaria recebendo o mesmo tratamento destinado aos demais manifestantes capturados pelo exército israelense. Após a abordagem, todos foram removidos das embarcações e levados para navios militares, com destino inicial à cidade portuária de Ashdod, também ao sul do país, próxima à Faixa de Gaza.
Em Ashdod, os ativistas passaram por trâmites migratórios e tiveram a opção de assinar um documento comprometendo-se a deixar o território israelense. Para aqueles que concordaram, o governo prometeu providenciar assentos em voos comerciais assim que o aeroporto internacional Ben Gurion retomar as operações — o espaço aéreo estava fechado em razão do Yom Kippur, considerado o dia mais sagrado do calendário judaico.
Já os que se recusarem a assinar o termo deverão responder a processos perante a Justiça local, permanecendo sob custódia até a conclusão das medidas judiciais.
Diplomatas israelenses, diante do grande número de detidos, revelaram que o governo avalia a possibilidade de fretar aeronaves específicas para acelerar a saída dos estrangeiros que aceitarem deixar o país. (Foto: Ag. Câmara; Fontes: CNN; Opinião CE)
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A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), integrante da flotilha internacional encabeçada pela ativista sueca Greta Thunberg, deve ser transferida para um centro de detenção localizado em Ketsiot, no sul de Israel, próximo à fronteira com o Egito. A embarcação em que estava foi interceptada por forças israelenses na quarta-feira (1º), quando seguia rumo a Gaza.
Ela está incomunicável há mais de 40h. A informação foi divulgada pela assessoria da parlamentar em suas redes sociais. Ainda conforme a equipe de comunicação, a petista está sendo transferida para um centro de detenção de Ketziot, no sul de Israel, onde o serviço consular do Brasil vai realizar visitas.
De acordo com informações obtidas pela CNN, a parlamentar estaria recebendo o mesmo tratamento destinado aos demais manifestantes capturados pelo exército israelense. Após a abordagem, todos foram removidos das embarcações e levados para navios militares, com destino inicial à cidade portuária de Ashdod, também ao sul do país, próxima à Faixa de Gaza.
Em Ashdod, os ativistas passaram por trâmites migratórios e tiveram a opção de assinar um documento comprometendo-se a deixar o território israelense. Para aqueles que concordaram, o governo prometeu providenciar assentos em voos comerciais assim que o aeroporto internacional Ben Gurion retomar as operações — o espaço aéreo estava fechado em razão do Yom Kippur, considerado o dia mais sagrado do calendário judaico.
Já os que se recusarem a assinar o termo deverão responder a processos perante a Justiça local, permanecendo sob custódia até a conclusão das medidas judiciais.
Diplomatas israelenses, diante do grande número de detidos, revelaram que o governo avalia a possibilidade de fretar aeronaves específicas para acelerar a saída dos estrangeiros que aceitarem deixar o país. (Foto: Ag. Câmara; Fontes: CNN; Opinião CE)
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