

Na última quinta-feira (11), o governador Cláudio Castro (PL) sancionou o Projeto de Lei 11.055/2025, que declara como Patrimônio Cultural e Religioso de Natureza Imaterial, o culto e a devoção de Nossa Senhora do Carmo.
De autoria do deputado Júlio Rocha (Agir), o texto entrou em vigor na sexta-feira (12), quando foi publicado no Diário Oficial fluminense.
No Rio de Janeiro, o dia de Nossa Senhora do Carmo é celebrado anualmente em 16 de de julho, com missas, novenas e visitação de centenas de fiéis à Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, localizada na Rua Sete de Setembro, 14, no Centro.
Os féis devotos podem participar da missas na Igreja de segunda à sexta-feira, às 8h; e aos domingos, às 11h. Por sua importância histórica, a Paróquia é aberta à visitação aos sábados, das 9h às 13h, exceto em dia de casamento.
Informações pelo WhatsApp: (21) 99938-1603
Um pouco de História
A Virgem Maria recebeu o título como Nossa Senhora do Carmo por ser a padroeira da Ordem dos Carmelitas. Mas ela também pode ser chamada de Nossa Senhora do Monte Carmelo.
O monte era o local onde religiosos iam orar, encontrar-se com Deus e interceder pela conversão de a humanidade.
A palavra ‘Carmelo’ tem origem no hebraico significa ‘vinha’ – a ‘Vinha do Senhor’, onde reza-se pela conversão de todos os corações.
A devoção à Nossa Senhora do Carmo começou a ficar mais conhecida na Europa a partir do século XII, por meio do escapulário, artefato religioso usado pelos monges.
Como está associado às promessas de ajuda feitas por Maria para o devoto portador, o escapulário é considerado um sacramental. O seu uso é uma via de conversão dos devotos na busca por uma nova espiritualidade.
