Grandes nomes da ala estiveram presentes no ato realizado na tarde deste domingo (1º), na Avenida Paulista
Políticos de direita mobilizaram apoiadores neste domingo (1º) para atos em diversas cidades do Brasil. Com o nome “Acorda Brasil”, a manifestação defende a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro e se opõe ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às decisões do Supremo Tribunal Federal. Em São Paulo, o protesto realizado na Avenida Paulista reuniu grandes lideranças.
Pré-candidato ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL), foi recebido pelos apoiadores com abraços. De cima do carro de som, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) concedeu entrevista exclusiva à Jovem Pan News. O parlamentar mineiro disse estar ali para derrubar o veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria, que estabelece a redução de penas e facilitaria a progressão de regime aos condenados pelo 8 de Janeiro.
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Aos apoiadores, o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, bradou: “Volta, Bolsonaro”. Já à Jovem Pan News, ele afirmou que Flávio vencerá a eleição para a Presidência da República.
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Também à Jovem Pan News, o presidente do PL analisou a situação no Oriente Médio após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Valdermar Costa Neto defendeu controle nuclear rigoroso na região. Ele ainda criticou a posição do governo Lula na política externa.
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Na Avenida Paulista, o governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto, Ronaldo Caiado (PSD), elogiou a capacidade de Bolsonaro em mobilizar seus apoiadores. “O homem que conseguiu levantar o Brasil e dizer em alto e bom som: vamos caminhar pela liberdade e pela democracia plena”, disse o chefe do Executivo goiano.
Caiado também saudou Nikolas, a quem atribuiu a convocação do movimento, e Flávio Bolsonaro. O governador de Goiás afirmou que, caso o grupo político retorne ao poder, “o primeiro ato será a anistia plena, geral e irrestrita em 1º de janeiro”.
O governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente, Romeu Zema (Novo), também foi à Avenida Paulista. O chefe do Executivo mineiro afirmou que o país “não aguenta mais a farra dos intocáveis”.
Zema disse também haver autoridades que “se consideram acima de todas as leis”. “Não vamos nos vergar, não vamos permitir que esses absurdos que estão acontecendo continuem”, declarou o governador de Minas.
De cima do carro de som, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), declarou apoio a Flávio na disputa ao Planalto. O chefe do Executivo paulistano afirmou que o grupo político vai “ganhar de lavada” nas eleições.
Eduardo Bolsonaro participou por chamada de vídeo
Dos Estados Unidos, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou do ato por chamada de vídeo. O seu discurso foi transmitido no carro de som posicionado na Avenida Paulista.
O terceiro filho de Bolsonaro agradeceu a presença dos manifestantes. O ex-parlamentar disse também que o movimento busca “justiça que vai ser traduzida em anistia”. Durante a fala, o ex-parlamentar saudou governadores e deputados aliados e disse que o movimento não se trata apenas de partido ou eleição, mas de “liberdade”.
Atos em Belo Horizonte e Rio de Janeiro
Na manhã deste domingo (1º), Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram palco dos atos “Acorda Brasil”. Na capital fluminense, estima-se que 4,7 mil pessoas estiveram presentes na manifestação em Copacabana, segundo o Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a organização More in Common.
De acordo com o estudo, a margem de erro é de 12%. Segundo os responsáveis pelo documento, a estimativa portanto compreende uma estimativa entre 4,1 mil e 5,3 mil participantes no horário de pico da manifestação, às 11h20.
Já na capital mineira, os manifestantes ocuparam a Praça da Liberdade. Estiveram presentes Nikolas e Zema, o vice-governador de Minas, Mateus Simões (PSD), além de diversos deputados federais e estaduais.
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*Com informações de Estadão Conteúdo
Grandes nomes da ala estiveram presentes no ato realizado na tarde deste domingo (1º), na Avenida Paulista
Políticos de direita mobilizaram apoiadores neste domingo (1º) para atos em diversas cidades do Brasil. Com o nome “Acorda Brasil”, a manifestação defende a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro e se opõe ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às decisões do Supremo Tribunal Federal. Em São Paulo, o protesto realizado na Avenida Paulista reuniu grandes lideranças.
Pré-candidato ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL), foi recebido pelos apoiadores com abraços. De cima do carro de som, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) concedeu entrevista exclusiva à Jovem Pan News. O parlamentar mineiro disse estar ali para derrubar o veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria, que estabelece a redução de penas e facilitaria a progressão de regime aos condenados pelo 8 de Janeiro.
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Também à Jovem Pan News, o presidente do PL analisou a situação no Oriente Médio após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Valdermar Costa Neto defendeu controle nuclear rigoroso na região. Ele ainda criticou a posição do governo Lula na política externa.
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Na Avenida Paulista, o governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto, Ronaldo Caiado (PSD), elogiou a capacidade de Bolsonaro em mobilizar seus apoiadores. “O homem que conseguiu levantar o Brasil e dizer em alto e bom som: vamos caminhar pela liberdade e pela democracia plena”, disse o chefe do Executivo goiano.
Caiado também saudou Nikolas, a quem atribuiu a convocação do movimento, e Flávio Bolsonaro. O governador de Goiás afirmou que, caso o grupo político retorne ao poder, “o primeiro ato será a anistia plena, geral e irrestrita em 1º de janeiro”.
O governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente, Romeu Zema (Novo), também foi à Avenida Paulista. O chefe do Executivo mineiro afirmou que o país “não aguenta mais a farra dos intocáveis”.
Zema disse também haver autoridades que “se consideram acima de todas as leis”. “Não vamos nos vergar, não vamos permitir que esses absurdos que estão acontecendo continuem”, declarou o governador de Minas.
De cima do carro de som, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), declarou apoio a Flávio na disputa ao Planalto. O chefe do Executivo paulistano afirmou que o grupo político vai “ganhar de lavada” nas eleições.
Eduardo Bolsonaro participou por chamada de vídeo
Dos Estados Unidos, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou do ato por chamada de vídeo. O seu discurso foi transmitido no carro de som posicionado na Avenida Paulista.
O terceiro filho de Bolsonaro agradeceu a presença dos manifestantes. O ex-parlamentar disse também que o movimento busca “justiça que vai ser traduzida em anistia”. Durante a fala, o ex-parlamentar saudou governadores e deputados aliados e disse que o movimento não se trata apenas de partido ou eleição, mas de “liberdade”.
Atos em Belo Horizonte e Rio de Janeiro
Na manhã deste domingo (1º), Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram palco dos atos “Acorda Brasil”. Na capital fluminense, estima-se que 4,7 mil pessoas estiveram presentes na manifestação em Copacabana, segundo o Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a organização More in Common.
De acordo com o estudo, a margem de erro é de 12%. Segundo os responsáveis pelo documento, a estimativa portanto compreende uma estimativa entre 4,1 mil e 5,3 mil participantes no horário de pico da manifestação, às 11h20.
Já na capital mineira, os manifestantes ocuparam a Praça da Liberdade. Estiveram presentes Nikolas e Zema, o vice-governador de Minas, Mateus Simões (PSD), além de diversos deputados federais e estaduais.
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*Com informações de Estadão Conteúdo
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