
O PL acelerou as articulações para tentar levar ao plenário, entre esta semana e a próxima, o projeto de anistia. A sigla trabalha para que o texto seja incluído imediatamente na pauta após a reunião de líderes desta quinta-feira (25), reforçando o esforço para destravar a proposta, segundo informações do jornalista Cláudio Dantas.
Reunião com filhos
Na véspera, a bancada do PL se reuniu com a presença de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Jair Renan (PL-SC) e Michelle Bolsonaro. Após o encontro, Flávio afirmou que a anistia será a única prioridade do partido e rechaçou qualquer apoio à dosimetria de penas incluída no relatório de Paulinho da Força (Solidariedade-SP).
No programa Alive, a deputada Bia Kicis (PL-DF) reforçou que o partido defende uma anistia “ampla, geral e irrestrita” e alegou já possuir votos suficientes para aprová-la na Câmara. Segundo ela, além das penas criminais, o objetivo é extinguir multas milionárias aplicadas de forma solidária aos condenados. (continua)
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Estratégia legislativa
A condução do PL não prevê apresentar um novo projeto. A tática é destacar, no plenário, a versão original apresentada pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que concede anistia apenas aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.
Segundo o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ele conversou no sábado (22) com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tem sondado outras lideranças sobre a viabilidade de avançar com o chamado “PL da Anistia”.
Dosimetria
Apesar da ofensiva pública por uma anistia mais ampla, bastidores revelam outra frente de atuação. De acordo com apuração divulgada pela CNN, o senador Flávio Bolsonaro teria sugerido alterações no projeto relatado por Paulinho da Força para ao menos reduzir ao máximo o tempo de prisão do ex-presidente Bolsonaro.
A ideia apresentada durante reunião com Hugo Motta e aliados prevê flexibilizações nas penas referentes a organização criminosa armada e deterioração de patrimônio tombado. A mudança permitiria que Bolsonaro ficasse 11 meses em regime fechado, segundo cálculos da oposição. O relator do projeto foi chamado posteriormente para discutir o tema.
Falta de apoio
A proposta, no entanto, enfrenta resistência. Segundo a colunista Tainá Falcão, a sugestão foi submetida informalmente a ministros do STF, que teriam rejeitado até mesmo essa flexibilização após já terem avalizado o texto alternativo de Paulinho da Força.
Nos bastidores, aliados afirmam que Hugo Motta se comprometeu a consultar outros líderes, mas integrantes de sua equipe avaliam que o avanço dessa ideia encontra dificuldades políticas e jurídicas.
O que está no texto atual
Por ora, o relatório de Paulinho da Força prevê a redução das penas de dois crimes — golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito — estabelecendo que um absorve o outro. A medida evita dupla punição e pode alterar o cálculo de sentenças já fixadas pelo Supremo. E mais: Trump contorna pegadinha de repórter em reunião com prefeito opositor. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado)
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O PL acelerou as articulações para tentar levar ao plenário, entre esta semana e a próxima, o projeto de anistia. A sigla trabalha para que o texto seja incluído imediatamente na pauta após a reunião de líderes desta quinta-feira (25), reforçando o esforço para destravar a proposta, segundo informações do jornalista Cláudio Dantas.
Reunião com filhos
Na véspera, a bancada do PL se reuniu com a presença de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Bolsonaro (PL-RJ), Jair Renan (PL-SC) e Michelle Bolsonaro. Após o encontro, Flávio afirmou que a anistia será a única prioridade do partido e rechaçou qualquer apoio à dosimetria de penas incluída no relatório de Paulinho da Força (Solidariedade-SP).
No programa Alive, a deputada Bia Kicis (PL-DF) reforçou que o partido defende uma anistia “ampla, geral e irrestrita” e alegou já possuir votos suficientes para aprová-la na Câmara. Segundo ela, além das penas criminais, o objetivo é extinguir multas milionárias aplicadas de forma solidária aos condenados. (continua)
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Estratégia legislativa
A condução do PL não prevê apresentar um novo projeto. A tática é destacar, no plenário, a versão original apresentada pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que concede anistia apenas aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro.
Segundo o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ele conversou no sábado (22) com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tem sondado outras lideranças sobre a viabilidade de avançar com o chamado “PL da Anistia”.
Dosimetria
Apesar da ofensiva pública por uma anistia mais ampla, bastidores revelam outra frente de atuação. De acordo com apuração divulgada pela CNN, o senador Flávio Bolsonaro teria sugerido alterações no projeto relatado por Paulinho da Força para ao menos reduzir ao máximo o tempo de prisão do ex-presidente Bolsonaro.
A ideia apresentada durante reunião com Hugo Motta e aliados prevê flexibilizações nas penas referentes a organização criminosa armada e deterioração de patrimônio tombado. A mudança permitiria que Bolsonaro ficasse 11 meses em regime fechado, segundo cálculos da oposição. O relator do projeto foi chamado posteriormente para discutir o tema.
Falta de apoio
A proposta, no entanto, enfrenta resistência. Segundo a colunista Tainá Falcão, a sugestão foi submetida informalmente a ministros do STF, que teriam rejeitado até mesmo essa flexibilização após já terem avalizado o texto alternativo de Paulinho da Força.
Nos bastidores, aliados afirmam que Hugo Motta se comprometeu a consultar outros líderes, mas integrantes de sua equipe avaliam que o avanço dessa ideia encontra dificuldades políticas e jurídicas.
O que está no texto atual
Por ora, o relatório de Paulinho da Força prevê a redução das penas de dois crimes — golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito — estabelecendo que um absorve o outro. A medida evita dupla punição e pode alterar o cálculo de sentenças já fixadas pelo Supremo. E mais: Trump contorna pegadinha de repórter em reunião com prefeito opositor. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado)
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