Eduardo Bolsonaro se manifesta sobre tarifa de Trump ao Brasil

Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente nos Estados Unidos, afirmou que as tarifas comerciais impostas recentemente pelo presidente Donald Trump ao Brasil e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, são parte de uma resposta política à escalada autoritária do país.

Ele está em território americano junto ao comentarista Paulo Figueiredo, articulando medidas contra autoridades brasileiras.

“Embora sempre tenhamos priorizado uma ação mais direta contra Alexandre de Moraes e seus apoiadores, verdadeiros responsáveis pela escalada autoritária no Brasil, entendemos que as tarifas anunciadas há algumas semanas pelo presidente Donald Trump foram uma resposta legítima às agressões do regime brasileiro contra interesses e cidadãos americanos”, escreveu o parlamentar em uma publicação divulgada nessa quarta-feira (31) pelas redes sociais.

Eduardo destacou que as ações anunciadas pelo governo dos EUA têm como foco preservar valores democráticos e punir abusos de autoridade, e não afetar diretamente a população brasileira.

“A publicação hoje da ordem intitulada Ordem Executiva sobre a Imposição de Sanções a Pessoas que Minam a Democracia no Brasil deixa claro que o objetivo dessas medidas não é comercial, mas sim político e jurídico: punir os responsáveis pela destruição do Estado de Direito no país e preservar valores democráticos fundamentais, como afirma expressamente o texto.”

Segundo o deputado, ele e Paulo Figueiredo atuaram diretamente nos bastidores para evitar que o impacto econômico das sanções recaísse sobre setores produtivos.

“Enquanto muitos jogaram gasolina na fogueira com declarações inflamadas e outros optavam por visitas e negociações atrapalhadas, trabalhamos diretamente nas últimas semanas para que as medidas fossem ainda melhor direcionadas, atingindo o alvo correto e poupando ao máximo possível o povo brasileiro e o setor produtivo.”

Ele ainda afirmou que o esforço conjunto resultou na “cassação de vistos de diversas autoridades, a aplicação da Lei Magnitsky exclusivamente contra Alexandre de Moraes hoje e, em contrapartida, a exclusão de setores estratégicos – como fertilizantes, energia, aviação, madeira, suco de laranja e outros produtos do agronegócio – das tarifas comerciais”.

Para Eduardo Bolsonaro, o governo brasileiro está diante de uma encruzilhada. “Esperamos que as autoridades brasileiras compreendam a gravidade do momento e pensem bem nos seus próximos passos. A insistência na repressão política levará a um isolamento crescente, com efeitos duradouros sobre a economia e as relações internacionais do Brasil.”

Ele encerra seu comunicado assinando como “Deputado Federal em Exílio”, reforçando o tom político da sua declaração.

 

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“Embora sempre tenhamos priorizado uma ação mais direta contra Alexandre de Moraes e seus apoiadores, verdadeiros responsáveis pela escalada autoritária no Brasil, entendemos que as tarifas anunciadas há algumas semanas pelo presidente Donald Trump foram uma resposta legítima às agressões do regime brasileiro contra interesses e cidadãos americanos”, escreveu o parlamentar em uma publicação divulgada nessa quarta-feira (31) pelas redes sociais.

Eduardo destacou que as ações anunciadas pelo governo dos EUA têm como foco preservar valores democráticos e punir abusos de autoridade, e não afetar diretamente a população brasileira.

“A publicação hoje da ordem intitulada Ordem Executiva sobre a Imposição de Sanções a Pessoas que Minam a Democracia no Brasil deixa claro que o objetivo dessas medidas não é comercial, mas sim político e jurídico: punir os responsáveis pela destruição do Estado de Direito no país e preservar valores democráticos fundamentais, como afirma expressamente o texto.”

Segundo o deputado, ele e Paulo Figueiredo atuaram diretamente nos bastidores para evitar que o impacto econômico das sanções recaísse sobre setores produtivos.

“Enquanto muitos jogaram gasolina na fogueira com declarações inflamadas e outros optavam por visitas e negociações atrapalhadas, trabalhamos diretamente nas últimas semanas para que as medidas fossem ainda melhor direcionadas, atingindo o alvo correto e poupando ao máximo possível o povo brasileiro e o setor produtivo.”

Ele ainda afirmou que o esforço conjunto resultou na “cassação de vistos de diversas autoridades, a aplicação da Lei Magnitsky exclusivamente contra Alexandre de Moraes hoje e, em contrapartida, a exclusão de setores estratégicos – como fertilizantes, energia, aviação, madeira, suco de laranja e outros produtos do agronegócio – das tarifas comerciais”.

Para Eduardo Bolsonaro, o governo brasileiro está diante de uma encruzilhada. “Esperamos que as autoridades brasileiras compreendam a gravidade do momento e pensem bem nos seus próximos passos. A insistência na repressão política levará a um isolamento crescente, com efeitos duradouros sobre a economia e as relações internacionais do Brasil.”

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