Eduardo se manifesta após novo telefonema entre Trump e Lula

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu nessa terça-feira (4) à informação de que os Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Donald Trump conversaram por telefone.

Segundo o parlamentar, o contato entre os dois chefes de Estado abre espaço para uma possível reaproximação entre os países, desde que conduzida com transparência e objetivos bem definidos.

“Recebemos com otimismo a notícia da conversa entre o presidente Donald Trump e Lula. Um diálogo franco entre os dois países pode abrir caminhos importantes, desde que guiado por princípios claros”, escreveu em sua conta no X (antigo Twitter). (continua)

Dinheiro esquecido: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro em apenas um mês, mas R$ 9,73 bilhões ainda disponíveis para saque. Saiba mais!

A ligação, confirmada pelo Palácio do Planalto, tratou principalmente de temas comerciais. Lula reiterou seu pedido para que Washington reduza ou elimine tarifas que ainda incidem sobre produtos brasileiros.

O petista também elogiou a decisão recente dos Estados Unidos de suspender a taxa adicional de 40% que atingia itens como carne e café, mas ressaltou que a pauta tarifária segue pendente em outros setores. O governo informou que o Brasil pretende “avançar rápido” nas negociações.

Trump, por outro lado, fez questão de mencionar que a conversa incluiu assuntos além da pauta comercial. “Tivemos uma ótima conversa, falamos sobre comércio, falamos sobre sanções porque, como vocês sabem, eu impus sanções, que têm a ver com certas coisas que aconteceram”, afirmou o ex-presidente norte-americano ao comentar o telefonema.

Ele se referia a medidas recentes adotadas pelo governo dos EUA, como a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e o cancelamento de vistos de autoridades brasileiras — decisões motivadas, segundo Washington, pelo andamento de processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eduardo Bolsonaro, que acompanha de perto esse tema e participou de negociações sobre tarifas antes de se mudar para os Estados Unidos no início do ano, voltou a defender o uso de sanções em determinadas circunstâncias. Para ele, tais medidas têm função corretiva e devem ser aplicadas quando outras alternativas se esgotam.

“Sanções nunca são um fim em si mesmas; são instrumentos legítimos para corrigir violações graves quando outras vias foram bloqueadas”, declarou.

O parlamentar acrescentou que confia na capacidade de Trump para liderar as tratativas com o Brasil em busca de um acordo que atenda às demandas norte-americanas e, ao mesmo tempo, responda ao que considera violações de direitos e retrocessos no cenário político brasileiro.

“Confiamos na liderança do presidente Trump para negociar com o Brasil um entendimento que proteja os interesses estratégicos dos Estados Unidos no hemisfério e, ao mesmo tempo, reconheça a urgência da restauração das liberdades civis e do Estado de Direito para o povo brasileiro”, afirmou.

Para Eduardo, qualquer avanço significativo na relação bilateral passa necessariamente pela situação interna do Brasil. Ele avalia que o país vive uma “crise institucional” que precisa ser enfrentada com seriedade e que a defesa das liberdades democráticas deve ser prioridade nas negociações internacionais.

Na visão do deputado, somente assim o diálogo entre os dois governos poderá resultar em acordos duradouros, capazes de redefinir a cooperação entre Brasília e Washington. E mais: Clubes militares se manifestam sobre prisão de generais. Confira!

 

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu nessa terça-feira (4) à informação de que os Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Donald Trump conversaram por telefone.

Segundo o parlamentar, o contato entre os dois chefes de Estado abre espaço para uma possível reaproximação entre os países, desde que conduzida com transparência e objetivos bem definidos.

“Recebemos com otimismo a notícia da conversa entre o presidente Donald Trump e Lula. Um diálogo franco entre os dois países pode abrir caminhos importantes, desde que guiado por princípios claros”, escreveu em sua conta no X (antigo Twitter). (continua)

Dinheiro esquecido: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro em apenas um mês, mas R$ 9,73 bilhões ainda disponíveis para saque. Saiba mais!

A ligação, confirmada pelo Palácio do Planalto, tratou principalmente de temas comerciais. Lula reiterou seu pedido para que Washington reduza ou elimine tarifas que ainda incidem sobre produtos brasileiros.

O petista também elogiou a decisão recente dos Estados Unidos de suspender a taxa adicional de 40% que atingia itens como carne e café, mas ressaltou que a pauta tarifária segue pendente em outros setores. O governo informou que o Brasil pretende “avançar rápido” nas negociações.

Trump, por outro lado, fez questão de mencionar que a conversa incluiu assuntos além da pauta comercial. “Tivemos uma ótima conversa, falamos sobre comércio, falamos sobre sanções porque, como vocês sabem, eu impus sanções, que têm a ver com certas coisas que aconteceram”, afirmou o ex-presidente norte-americano ao comentar o telefonema.

Ele se referia a medidas recentes adotadas pelo governo dos EUA, como a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e o cancelamento de vistos de autoridades brasileiras — decisões motivadas, segundo Washington, pelo andamento de processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eduardo Bolsonaro, que acompanha de perto esse tema e participou de negociações sobre tarifas antes de se mudar para os Estados Unidos no início do ano, voltou a defender o uso de sanções em determinadas circunstâncias. Para ele, tais medidas têm função corretiva e devem ser aplicadas quando outras alternativas se esgotam.

“Sanções nunca são um fim em si mesmas; são instrumentos legítimos para corrigir violações graves quando outras vias foram bloqueadas”, declarou.

O parlamentar acrescentou que confia na capacidade de Trump para liderar as tratativas com o Brasil em busca de um acordo que atenda às demandas norte-americanas e, ao mesmo tempo, responda ao que considera violações de direitos e retrocessos no cenário político brasileiro.

“Confiamos na liderança do presidente Trump para negociar com o Brasil um entendimento que proteja os interesses estratégicos dos Estados Unidos no hemisfério e, ao mesmo tempo, reconheça a urgência da restauração das liberdades civis e do Estado de Direito para o povo brasileiro”, afirmou.

Para Eduardo, qualquer avanço significativo na relação bilateral passa necessariamente pela situação interna do Brasil. Ele avalia que o país vive uma “crise institucional” que precisa ser enfrentada com seriedade e que a defesa das liberdades democráticas deve ser prioridade nas negociações internacionais.

Na visão do deputado, somente assim o diálogo entre os dois governos poderá resultar em acordos duradouros, capazes de redefinir a cooperação entre Brasília e Washington. E mais: Clubes militares se manifestam sobre prisão de generais. Confira!

 

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