Eduardo traça estratégia para seguir nos EUA após perda do passaporte diplomático

Após ter o mandato de deputado federal cassado pela Mesa Diretora da Câmara, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou publicamente as possíveis consequências da decisão, incluindo a chance de perder o passaporte diplomático e até mesmo o passaporte comum. As declarações foram dadas em entrevista ao SBT News, na noite deste sábado (20).

Segundo Eduardo, ele teria recebido informações de que haveria uma orientação para impedir a emissão de um novo passaporte brasileiro em seu nome.

“Fiquei sabendo que há uma ordem a todas as embaixadas e consulados brasileiros para que eu não possa ter o passaporte comum. Assim sendo, dentro de 30 ou 60 dias, assim que eu perder meu mandato e for notificado, tenho que devolver o meu passaporte diplomático”, afirmou, sem detalhar a origem dessa informação. (continua)

Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.

(segue) O parlamentar associou a situação a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Vou ficar sem passaporte brasileiro em mais uma tentativa de Alexandre Moraes de minar o meu trabalho. Estou ‘vacinado’, sei as estratégias dele. […] Em princípio, estou sob risco de perder o passaporte brasileiro”, disse.

Apesar disso, Eduardo Bolsonaro minimizou os impactos práticos da possível perda do documento. “Isso não me impediria de fazer outras saídas internacionais porque tenho outros meios para fazê-lo. Ou quem sabe até correr atrás de um passaporte de apátrida. Vamos ver como é que isso acontece”, acrescentou. (continua)

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(segue) De acordo com informações disponíveis no site da Câmara dos Deputados, o passaporte diplomático de Eduardo Bolsonaro e de sua esposa foi emitido em 2023, com validade até 31 de julho de 2027. A página, no entanto, já indica que o documento não está mais válido.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também afirmou não acreditar que a cassação do mandato comprometa sua atuação política fora do Brasil.

“As pessoas não me recebem porque tenho diploma de deputado federal na parede. Me recebem porque há muitos anos gasto dinheiro do meu próprio bolso rodando o mundo e, por isso, as portas se abrem, principalmente no cenário conservador. Entrevistas em canais internacionais, em inglês ou espanhol. Isso continuará ocorrendo”, declarou.

Durante a entrevista, Eduardo foi questionado sobre a possibilidade de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ser o nome apoiado pela família em uma eventual disputa presidencial em 2026. Ele afirmou que a escolha não gerou desconforto. “Eu de maneira nenhuma fiquei triste, muito pelo contrário. Trabalhei para a escolha do nome do Flávio, que é um nome viável”, disse.

Na avaliação de Eduardo, Flávio teria capacidade de dialogar com setores fora da base da direita. “É uma pessoa que vai atrair esse voto das pessoas de centro, que não seguem, necessariamente, a política. O Flávio já está sentando com agentes do centro, pessoas do mercado financeiro. Cada vez mais vai colocar adiante a sua campanha”, afirmou.

Ele também destacou qual seria sua contribuição nesse cenário. “O que eu posso contribuir é a parte internacional: contatos com o mundo árabe, Israel, os Estados Unidos, El Salvador…”, completou.

Ao falar sobre sua atuação nos Estados Unidos, Eduardo negou que esteja realizando viagens frequentes a Washington. “Não fiz recentemente mais nenhuma ida a Washington. Os contatos seguem principalmente através de WhatsApp ou redes sociais”, disse.

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Após ter o mandato de deputado federal cassado pela Mesa Diretora da Câmara, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou publicamente as possíveis consequências da decisão, incluindo a chance de perder o passaporte diplomático e até mesmo o passaporte comum. As declarações foram dadas em entrevista ao SBT News, na noite deste sábado (20).

Segundo Eduardo, ele teria recebido informações de que haveria uma orientação para impedir a emissão de um novo passaporte brasileiro em seu nome.

“Fiquei sabendo que há uma ordem a todas as embaixadas e consulados brasileiros para que eu não possa ter o passaporte comum. Assim sendo, dentro de 30 ou 60 dias, assim que eu perder meu mandato e for notificado, tenho que devolver o meu passaporte diplomático”, afirmou, sem detalhar a origem dessa informação. (continua)

Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.

(segue) O parlamentar associou a situação a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Vou ficar sem passaporte brasileiro em mais uma tentativa de Alexandre Moraes de minar o meu trabalho. Estou ‘vacinado’, sei as estratégias dele. […] Em princípio, estou sob risco de perder o passaporte brasileiro”, disse.

Apesar disso, Eduardo Bolsonaro minimizou os impactos práticos da possível perda do documento. “Isso não me impediria de fazer outras saídas internacionais porque tenho outros meios para fazê-lo. Ou quem sabe até correr atrás de um passaporte de apátrida. Vamos ver como é que isso acontece”, acrescentou. (continua)

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O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também afirmou não acreditar que a cassação do mandato comprometa sua atuação política fora do Brasil.

“As pessoas não me recebem porque tenho diploma de deputado federal na parede. Me recebem porque há muitos anos gasto dinheiro do meu próprio bolso rodando o mundo e, por isso, as portas se abrem, principalmente no cenário conservador. Entrevistas em canais internacionais, em inglês ou espanhol. Isso continuará ocorrendo”, declarou.

Durante a entrevista, Eduardo foi questionado sobre a possibilidade de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ser o nome apoiado pela família em uma eventual disputa presidencial em 2026. Ele afirmou que a escolha não gerou desconforto. “Eu de maneira nenhuma fiquei triste, muito pelo contrário. Trabalhei para a escolha do nome do Flávio, que é um nome viável”, disse.

Na avaliação de Eduardo, Flávio teria capacidade de dialogar com setores fora da base da direita. “É uma pessoa que vai atrair esse voto das pessoas de centro, que não seguem, necessariamente, a política. O Flávio já está sentando com agentes do centro, pessoas do mercado financeiro. Cada vez mais vai colocar adiante a sua campanha”, afirmou.

Ele também destacou qual seria sua contribuição nesse cenário. “O que eu posso contribuir é a parte internacional: contatos com o mundo árabe, Israel, os Estados Unidos, El Salvador…”, completou.

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