

Nos oito primeiros meses deste ano, o Estado do Rio de Janeiro acumulou um superávit de US$ 9,9 bilhões em sua balança comercial. No período, a soma das importações e exportações fluminenses – corrente comercial – chegou a US$ 49,4 bilhões, dos quais US$ 29,6 bilhões foram exportações e US$ 19,7 bilhões em importações.
No ranking nacional, o Rio de Janeiro ocupa a segunda posição nas exportações e o terceiro lugar nas importações totais brasileiras, segundo o Comex Stat, sistema de consultas e extração de dados do comércio exterior brasileiro. O órgão é subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
O governador Cláudio Castro (PL) destaca que os resultados evidenciam a capacidade produtiva fluminense, e a relevância de certos segmentos para o desenvolvimento econômico e social do Brasil:
“O Rio de Janeiro tem um papel relevante no comércio exterior brasileiro e o desempenho da balança comercial fluminense comprova isso. Confirma, também, a capacidade produtiva do estado e evidencia o peso de setores que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social, como petróleo, gás e siderurgia. Nosso compromisso é ampliar ainda mais esse potencial para criar mais oportunidades para a nossa população”, afirma Castro.
Entre janeiro e agosto, a economia fluminense respondeu por 13% das exportações e 11% das importações totais nacionais; tendo na China e nos Estados Unidos os seus principais parceiros comerciais. As correntes comerciais foram de US$ 12 bilhões, China; e US$ 10,9 bilhões, Estados Unidos. França, Espanha e Holanda, também foram parceiros comerciais significativos.
Entre os segmentos de destaque estão o petrolífero, responsável por 78,9% das exportações do Estado do Rio, tendo movimentado US$ 23,4 bilhões; e a indústria siderúrgica, que somou US$ 1,2 bilhão em exportações.
A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, Fernanda Curdi, ressalta: “Trabalhamos para fortalecer ainda mais a competitividade do estado, ampliar mercados e fortalecer não apenas os setores tradicionais, mas também novas cadeias produtivas, capazes de gerar valor agregado e emprego de qualidade para os fluminenses”.
Um levantamento realizado pelo Ministério do Desenvolvimento verificou que, em 2024, a balança comercial fluminense fechou o ano com superávit de US$ 17,8 bilhões. A corrente comercial registrada foi de US$ 73,7 bilhões: US$ 45,7 bilhões em exportações e US$ 27,9 bilhões em importações.
