O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, voltou a defender nesta segunda-feira (2), durante discurso na abertura do ano do Judiciário, que os membros da corte façam uma autocorreção.
Fachin afirmou que é o momento dos ministros adotarem uma postura ponderada. “É hora de um reencontro com o sentido essencial da República, da tripartição real de Poderes e da convivência harmônica e independente, com equilíbrio institucional. Somos todos chamados a essa arena”, disse o presidente da Suprema Corte.
Em sua fala, Fachin reconheceu que, nos últimos anos, o STF assumiu um papel central em meio a crises políticas e na defesa do processo eleitoral. No entanto, ele avalia que o cenário para 2026 exige uma mudança de postura, focada na construção institucional a longo prazo.
Segundo o ministro, o Tribunal não deve tentar resolver todos os problemas do país sozinho. “O desafio é reconhecer o protagonismo do sistema político nas funções que são dele”, afirmou. Para ele, saber “calibrar a ação” é fundamental para preservar a legitimidade da Justiça.
Código de Ética
Durante o discurso, Fachin anunciou o compromisso de criar um Código de Ética para o Supremo Tribunal Federal. A relatoria da proposta está sob responsabilidade da ministra Cármen Lúcia.
“Vamos caminhar juntos na construção do consenso no âmbito deste colegiado”, garantiu Fachin, destacando que o debate sobre integridade e transparência será uma marca de sua gestão.
*Matéria em atualização
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, voltou a defender nesta segunda-feira (2), durante discurso na abertura do ano do Judiciário, que os membros da corte façam uma autocorreção.
Fachin afirmou que é o momento dos ministros adotarem uma postura ponderada. “É hora de um reencontro com o sentido essencial da República, da tripartição real de Poderes e da convivência harmônica e independente, com equilíbrio institucional. Somos todos chamados a essa arena”, disse o presidente da Suprema Corte.
Em sua fala, Fachin reconheceu que, nos últimos anos, o STF assumiu um papel central em meio a crises políticas e na defesa do processo eleitoral. No entanto, ele avalia que o cenário para 2026 exige uma mudança de postura, focada na construção institucional a longo prazo.
Segundo o ministro, o Tribunal não deve tentar resolver todos os problemas do país sozinho. “O desafio é reconhecer o protagonismo do sistema político nas funções que são dele”, afirmou. Para ele, saber “calibrar a ação” é fundamental para preservar a legitimidade da Justiça.
Código de Ética
Durante o discurso, Fachin anunciou o compromisso de criar um Código de Ética para o Supremo Tribunal Federal. A relatoria da proposta está sob responsabilidade da ministra Cármen Lúcia.
“Vamos caminhar juntos na construção do consenso no âmbito deste colegiado”, garantiu Fachin, destacando que o debate sobre integridade e transparência será uma marca de sua gestão.
*Matéria em atualização
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