Empresário investigado por câmera escondida é suspeito de estupro

De congraçamento com a Polícia Social de Goiás (PCGO), o empresário Francismar Fernandes da Silva, investigado por instalar uma câmera escondida no banheiro de uma lar alugada, também é suspeito de estupro contra uma rapaz quando ela tinha exclusivamente 10 anos.

Segundo a delegada Aline Lopes, a vítima procurou a corporação e denunciou o caso, posteriormente a repercussão da investigação sobre a câmera escondida e a prisão do varão. Conforme a vítima, o delito também ocorreu em Anápolis, sobre 55 km da capital goiana.

Com a denúncia, um novo sindicância foi sincero para investigar o caso.


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Estupro de vulnerável

De congraçamento com a delegada, a vítima relatou que o suspeito se aproveitava da facilidade de estar com ela para estuprá-la. Aliás, a vítima contou que Francismar a forçava a testemunhar vídeos pornográficos enquanto era abusada.

Segundo a investigadora, a moça chegou a recontar sobre o insulto para os familiares, mas ficou com pavor de que não acreditassem nela. Ainda segundo a polícia, o relato dela é consistente e há outros indícios que confirmam a versão.



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De congraçamento com a Polícia Social de Goiás (PCGO), o empresário Francismar Fernandes da Silva, investigado por instalar uma câmera escondida no banheiro de uma lar alugada, também é suspeito de estupro contra uma rapaz quando ela tinha exclusivamente 10 anos.

Segundo a delegada Aline Lopes, a vítima procurou a corporação e denunciou o caso, posteriormente a repercussão da investigação sobre a câmera escondida e a prisão do varão. Conforme a vítima, o delito também ocorreu em Anápolis, sobre 55 km da capital goiana.

Com a denúncia, um novo sindicância foi sincero para investigar o caso.


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Estupro de vulnerável

De congraçamento com a delegada, a vítima relatou que o suspeito se aproveitava da facilidade de estar com ela para estuprá-la. Aliás, a vítima contou que Francismar a forçava a testemunhar vídeos pornográficos enquanto era abusada.

Segundo a investigadora, a moça chegou a recontar sobre o insulto para os familiares, mas ficou com pavor de que não acreditassem nela. Ainda segundo a polícia, o relato dela é consistente e há outros indícios que confirmam a versão.

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