Flávio Bolsonaro: ‘estamos oficialmente em uma ditadura’

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu com indignação à decisão de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que colocou seu pai, o ex-presidente Bolsonaro, em prisão domiciliar. Em entrevista à CNN nesta quarta-feira (4), Flávio definiu a medida como um “ato de covardia” e uma “aberração jurídica”, ampliando o tom de confronto entre aliados do ex-chefe do Executivo e o Judiciário.

De acordo com o magistrado, a prisão domiciliar foi motivada pela participação indireta de Bolsonaro em um ato público no último domingo (3), no Rio de Janeiro. Na ocasião, Flávio colocou o pai no viva-voz durante a manifestação, o que teria violado as medidas cautelares que restringem a comunicação pública do ex-presidente.

Na avaliação de Flávio, a decisão revela um viés político: “Moraes é um inimigo público do presidente Bolsonaro. Estamos oficialmente em uma ditadura em que um ministro estende processos a terceiros. É uma aberração jurídica”, declarou.

O senador também foi questionado sobre o motivo de ter apagado a publicação que mostrava Bolsonaro participando do ato. Ele minimizou o episódio e alegou não ver ilegalidade:

“Não tenho medida contra mim, não faço parte do processo. Sou parlamentar, posso postar o que eu quiser, não vi problema nenhum. Os nossos advogados também não viram problema”, afirmou.

Além das críticas ao STF, Flávio aproveitou para pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a dar andamento a pedidos de impeachment contra Moraes, que estão parados na Casa. Segundo o senador, Alcolumbre estaria agindo para proteger integrantes da Suprema Corte: “Faz acordos para blindar ministros do Supremo”, acusou.

 

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De acordo com o magistrado, a prisão domiciliar foi motivada pela participação indireta de Bolsonaro em um ato público no último domingo (3), no Rio de Janeiro. Na ocasião, Flávio colocou o pai no viva-voz durante a manifestação, o que teria violado as medidas cautelares que restringem a comunicação pública do ex-presidente.

Na avaliação de Flávio, a decisão revela um viés político: “Moraes é um inimigo público do presidente Bolsonaro. Estamos oficialmente em uma ditadura em que um ministro estende processos a terceiros. É uma aberração jurídica”, declarou.

O senador também foi questionado sobre o motivo de ter apagado a publicação que mostrava Bolsonaro participando do ato. Ele minimizou o episódio e alegou não ver ilegalidade:

“Não tenho medida contra mim, não faço parte do processo. Sou parlamentar, posso postar o que eu quiser, não vi problema nenhum. Os nossos advogados também não viram problema”, afirmou.

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