Flávio Bolsonaro faz promessa para 2026 em nome do pai

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou, nessa sexta-feira (7), tom forte ao comentar a rejeição pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ao último recurso da defesa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em participação por chamada de vídeo durante a inauguração da nova sede regional do PL em Atibaia (SP) — evento presidido pelo advogado Frederick Wassef — Flávio assegurou que o ex-presidente é alvo de perseguição e reafirmou a convicção do grupo em reeleger Bolsonaro.

“Podem ter certeza: a gente não vai desistir do nosso Brasil. O presidente Bolsonaro está passando por esse momento de perseguição, mas a gente vai dar uma resposta a cada um que hoje promove essa perseguição implacável desleal e injusta. Porque a gente vai junto subir a rampa em Brasília pela eleição do nosso presidente Bolsonaro”, declarou o senador, segundo relatos do evento.

Flávio havia sido esperado no encontro ao longo da semana, mas precisou retornar a Brasília por motivos não esclarecidos.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, presente à cerimônia, afirmou acreditar que o apoio internacional — citando o ex-presidente dos EUA — pode influir nas dificuldades enfrentadas por Bolsonaro.

“Tenho fé que o Trump vai mudar isso aí”, disse Valdemar, sem detalhar mecanismos concretos de intervenção externa. Em seguida, o dirigente tratou a anistia como instrumento político: “Ué, lá para frente. Nós vamos ter que votar anistia ainda. Vamos ter uma guerra muito grande e nós vamos aprovar a anistia”, afirmou.

Valdemar também minimizou o impacto de uma eventual prisão em regime fechado, projetando ganhos eleitorais para Bolsonaro: “Se puserem ele na Papuda, ele vai para 55% [de votos]”, afirmou.

A estratégia revelada no evento não se limita a discursos: a liderança do partido promete transformar a insatisfação com o Judiciário em força nas urnas. Segundo Valdemar, o plano inclui eleger “em torno de 120 deputados federais e mais de 25 senadores” para garantir, entre outras medidas, maioria no Senado capaz de analisar processos contra ministros do STF. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), engrossou o coro:

“Ninguém vai parar a direita em 2026. Nosso presidente Jair Bolsonaro vai voltar e nós vamos ter tudo o que Valdemar falou, o maior exército no Senado para botar o STF no seu devido lugar. E a maior bancada de direita da história”, declarou o deputado. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Folha de SP)

Veja também! – Finanças e Economia

O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou, nessa sexta-feira (7), tom forte ao comentar a rejeição pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ao último recurso da defesa de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em participação por chamada de vídeo durante a inauguração da nova sede regional do PL em Atibaia (SP) — evento presidido pelo advogado Frederick Wassef — Flávio assegurou que o ex-presidente é alvo de perseguição e reafirmou a convicção do grupo em reeleger Bolsonaro.

“Podem ter certeza: a gente não vai desistir do nosso Brasil. O presidente Bolsonaro está passando por esse momento de perseguição, mas a gente vai dar uma resposta a cada um que hoje promove essa perseguição implacável desleal e injusta. Porque a gente vai junto subir a rampa em Brasília pela eleição do nosso presidente Bolsonaro”, declarou o senador, segundo relatos do evento.

Flávio havia sido esperado no encontro ao longo da semana, mas precisou retornar a Brasília por motivos não esclarecidos.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, presente à cerimônia, afirmou acreditar que o apoio internacional — citando o ex-presidente dos EUA — pode influir nas dificuldades enfrentadas por Bolsonaro.

“Tenho fé que o Trump vai mudar isso aí”, disse Valdemar, sem detalhar mecanismos concretos de intervenção externa. Em seguida, o dirigente tratou a anistia como instrumento político: “Ué, lá para frente. Nós vamos ter que votar anistia ainda. Vamos ter uma guerra muito grande e nós vamos aprovar a anistia”, afirmou.

Valdemar também minimizou o impacto de uma eventual prisão em regime fechado, projetando ganhos eleitorais para Bolsonaro: “Se puserem ele na Papuda, ele vai para 55% [de votos]”, afirmou.

A estratégia revelada no evento não se limita a discursos: a liderança do partido promete transformar a insatisfação com o Judiciário em força nas urnas. Segundo Valdemar, o plano inclui eleger “em torno de 120 deputados federais e mais de 25 senadores” para garantir, entre outras medidas, maioria no Senado capaz de analisar processos contra ministros do STF. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), engrossou o coro:

“Ninguém vai parar a direita em 2026. Nosso presidente Jair Bolsonaro vai voltar e nós vamos ter tudo o que Valdemar falou, o maior exército no Senado para botar o STF no seu devido lugar. E a maior bancada de direita da história”, declarou o deputado. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Folha de SP)

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