
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou suas críticas a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a inclusão de diálogos entre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e seu irmão, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em relatório da Polícia Federal. Os registros foram divulgados na última quarta-feira (20).
Durante entrevista à rádio AuriVerde nesta quinta-feira (21), Flávio considerou a iniciativa “asquerosa” e alegou que as mensagens, recheadas de trocas ríspidas, não possuem qualquer relação com a investigação em curso. Para ele, a medida teria como único objetivo “atacar” o ex-chefe do Executivo.
“Eu acho que a palavra que eu encontro hoje para o Alexandre de Moraes é que ele é uma pessoa asquerosa, que joga muito baixo, que não tem limites para expor uma relação familiar que não tem nada a ver com o processo, com a única intenção de manipular a opinião pública, de atacar o presidente Bolsonaro e o seu grupo, porque isso não dá embasamento para nada. Então qual o objetivo de vazar essas informações?”, disse o senador.
Flávio ainda comparou Moraes ao personagem Simão Bacamarte, do conto “O Alienista”, de Machado de Assis. Na obra, o médico decide fundar um manicômio e passa a internar praticamente todos os habitantes da cidade sob o argumento de que sofriam de algum distúrbio mental. Mais tarde, muda de ideia, liberta os pacientes e acaba internando a si próprio, convencido de que ele era o verdadeiro louco.
“É muito parecido com o que faz o Alexandre de Moraes, porque para ele todo mundo é golpista, todo mundo cometeu crime, menos ele. Então ele está autorizado, já que está buscando fazer o bem, livrar o Brasil dessas pessoas que na cabeça dele são malignas”, declarou.
“Ele é o Simão Bacamarte de agora, e em algum momento esse cara tem que ser internado, porque não tem explicação para o que ele está fazendo, ele não está nas suas faculdades mentais normais”. (Foto: Ag. Senado)
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou suas críticas a Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a inclusão de diálogos entre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e seu irmão, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em relatório da Polícia Federal. Os registros foram divulgados na última quarta-feira (20).
Durante entrevista à rádio AuriVerde nesta quinta-feira (21), Flávio considerou a iniciativa “asquerosa” e alegou que as mensagens, recheadas de trocas ríspidas, não possuem qualquer relação com a investigação em curso. Para ele, a medida teria como único objetivo “atacar” o ex-chefe do Executivo.
“Eu acho que a palavra que eu encontro hoje para o Alexandre de Moraes é que ele é uma pessoa asquerosa, que joga muito baixo, que não tem limites para expor uma relação familiar que não tem nada a ver com o processo, com a única intenção de manipular a opinião pública, de atacar o presidente Bolsonaro e o seu grupo, porque isso não dá embasamento para nada. Então qual o objetivo de vazar essas informações?”, disse o senador.
Flávio ainda comparou Moraes ao personagem Simão Bacamarte, do conto “O Alienista”, de Machado de Assis. Na obra, o médico decide fundar um manicômio e passa a internar praticamente todos os habitantes da cidade sob o argumento de que sofriam de algum distúrbio mental. Mais tarde, muda de ideia, liberta os pacientes e acaba internando a si próprio, convencido de que ele era o verdadeiro louco.
“É muito parecido com o que faz o Alexandre de Moraes, porque para ele todo mundo é golpista, todo mundo cometeu crime, menos ele. Então ele está autorizado, já que está buscando fazer o bem, livrar o Brasil dessas pessoas que na cabeça dele são malignas”, declarou.
“Ele é o Simão Bacamarte de agora, e em algum momento esse cara tem que ser internado, porque não tem explicação para o que ele está fazendo, ele não está nas suas faculdades mentais normais”. (Foto: Ag. Senado)
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