
Humberto Ribeiro, diretor jurídico e um dos criadores do movimento Sleeping Giants Brasil, tomou posse nesta segunda-feira (6) como membro do conselho consultivo da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Indicado em agosto por Lula (PT), ele representará as organizações da ‘sociedade civil’ até fevereiro de 2028.
Ribeiro pretende defender que serviços públicos digitais, como o portal gov.br e o aplicativo Meu SUS Digital, possam ser acessados sem descontar da franquia de dados dos usuários. A ideia é ampliar o alcance de ferramentas essenciais do governo, especialmente entre pessoas com acesso limitado à internet.
Atualmente, esse tipo de gratuidade é comum em redes sociais de grandes empresas de tecnologia, como a Meta, que firmam acordos com operadoras de telefonia.
“Pesquisa recente do Idec e da Anatel indica que mais de 50% dos usuários deixaram de usar serviços essenciais em razão da restrição. O governo brasileiro precisa encontrar uma solução e construir esse caminho é um dos objetivos principais deste mandato”, declarou Ribeiro.
O conselho consultivo da Anatel é o espaço que garante a participação da sociedade nas decisões da agência. Ele conta com 12 integrantes, entre representantes do Executivo, do Legislativo, das empresas do setor e de entidades civis.
Além de Ribeiro, também foram empossados Fernando Antônio Ribeiro Soares, representante das prestadoras de serviços de telecomunicações; Laura Contrera Porto, indicada pelo Senado; e Tiago Linhares Dias, representante do Poder Executivo. (Foto: divulgação; Fonte: Folha de SP)
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Humberto Ribeiro, diretor jurídico e um dos criadores do movimento Sleeping Giants Brasil, tomou posse nesta segunda-feira (6) como membro do conselho consultivo da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Indicado em agosto por Lula (PT), ele representará as organizações da ‘sociedade civil’ até fevereiro de 2028.
Ribeiro pretende defender que serviços públicos digitais, como o portal gov.br e o aplicativo Meu SUS Digital, possam ser acessados sem descontar da franquia de dados dos usuários. A ideia é ampliar o alcance de ferramentas essenciais do governo, especialmente entre pessoas com acesso limitado à internet.
Atualmente, esse tipo de gratuidade é comum em redes sociais de grandes empresas de tecnologia, como a Meta, que firmam acordos com operadoras de telefonia.
“Pesquisa recente do Idec e da Anatel indica que mais de 50% dos usuários deixaram de usar serviços essenciais em razão da restrição. O governo brasileiro precisa encontrar uma solução e construir esse caminho é um dos objetivos principais deste mandato”, declarou Ribeiro.
O conselho consultivo da Anatel é o espaço que garante a participação da sociedade nas decisões da agência. Ele conta com 12 integrantes, entre representantes do Executivo, do Legislativo, das empresas do setor e de entidades civis.
Além de Ribeiro, também foram empossados Fernando Antônio Ribeiro Soares, representante das prestadoras de serviços de telecomunicações; Laura Contrera Porto, indicada pelo Senado; e Tiago Linhares Dias, representante do Poder Executivo. (Foto: divulgação; Fonte: Folha de SP)
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