O governo de Luiz Inácio Lula da Silva resolveu extinguir das redes sociais a transmissão do ato do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. A decisão se deu porque o petista cometeu ilícito eleitoral ao pedir votos para o deputado federalista Guilherme Boulos (Psol), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo.
A ação do presidente é ilícito, segundo a legislação brasileira, pois a propaganda eleitoral pode ocorrer só depois do início da campanha.
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A gravação estava no conduto de YouTube do CanalGov, mas foi apagada. A mesma transmissão, mas, segue disponível no perfil pessoal de Lula no YouTube.
Vídeo: em 1° de maio, Lula pede votos para Boulos
“Esse rapaz está disputando uma verdadeira guerra cá em São Paulo”, disse Lula ao lado de Boulos. “Ele está disputando com o nosso opoente vernáculo. Ele está disputando contra o nosso opoente estadual e está disputando contra o nosso opoente municipal.”
Em ato esvaziado na zona leste de São Paulo, Lula pede voto para o ‘companheiro’ Guilherme Boulos pic.twitter.com/dRnR2T8N0L
— Revista Oeste (@revistaoeste) May 1, 2024
“Ele enfrenta três adversários, e por isso quero expressar para vocês: ninguém derrotará esse moço cá, se vocês votarem no Boulos para prefeito de São Paulo nas próximas eleições”, disse o petista. “Vou fazer um apelo: cada pessoa que votou o Lula em 1989, em 1994, em 1998, em 2006, em 2010, em 2018 e em 2022 tem de votar no Boulos para prefeito de São Paulo.”
+ Tarcísio sanciona ‘Dia dos Heróis da Polícia Militar’
A lei eleitoral restringe a propaganda antecipada na pré-campanha. Caso a Justiça entenda que houve ilícito eleitoral na fala do presidente, ele pode ser punido com uma multa de R$ 5 milénio a R$ 25 milénio.
A propaganda eleitoral será permitida exclusivamente depois de 16 de agosto, quando as candidaturas já estiverem registradas na Justiça Eleitoral.
+ “Lula admite fracasso em ato no 1º de Maio: ‘Mal convocado’”
O evento em que Lula e Boulos estavam era do governo federalista. Isso pode ser investigado, tendo em vista que um provável uso da máquina pública em mercê de qualquer pré-candidato pode ser injúria de poder político.
Pré-candidato ao mesmo posto, o deputado federalista Kim Kataguiri (União Brasil-SP) usou as redes sociais para declarar que Lula “cometeu delito eleitoral”. “Isso é campanha antecipada”, escreveu. “Vamos entrar com ação na justiça imediatamente.”
Procurado por Oeste, o atual prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), que deve antagonizar com Boulos em virtude do suporte que deve receber do ex-presidente Jair Bolsonaro, não comentou o ato até a publicação desta reportagem.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva resolveu extinguir das redes sociais a transmissão do ato do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. A decisão se deu porque o petista cometeu ilícito eleitoral ao pedir votos para o deputado federalista Guilherme Boulos (Psol), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo.
A ação do presidente é ilícito, segundo a legislação brasileira, pois a propaganda eleitoral pode ocorrer só depois do início da campanha.
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A gravação estava no conduto de YouTube do CanalGov, mas foi apagada. A mesma transmissão, mas, segue disponível no perfil pessoal de Lula no YouTube.
Vídeo: em 1° de maio, Lula pede votos para Boulos
“Esse rapaz está disputando uma verdadeira guerra cá em São Paulo”, disse Lula ao lado de Boulos. “Ele está disputando com o nosso opoente vernáculo. Ele está disputando contra o nosso opoente estadual e está disputando contra o nosso opoente municipal.”
Em ato esvaziado na zona leste de São Paulo, Lula pede voto para o ‘companheiro’ Guilherme Boulos pic.twitter.com/dRnR2T8N0L
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“Ele enfrenta três adversários, e por isso quero expressar para vocês: ninguém derrotará esse moço cá, se vocês votarem no Boulos para prefeito de São Paulo nas próximas eleições”, disse o petista. “Vou fazer um apelo: cada pessoa que votou o Lula em 1989, em 1994, em 1998, em 2006, em 2010, em 2018 e em 2022 tem de votar no Boulos para prefeito de São Paulo.”
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A lei eleitoral restringe a propaganda antecipada na pré-campanha. Caso a Justiça entenda que houve ilícito eleitoral na fala do presidente, ele pode ser punido com uma multa de R$ 5 milénio a R$ 25 milénio.
A propaganda eleitoral será permitida exclusivamente depois de 16 de agosto, quando as candidaturas já estiverem registradas na Justiça Eleitoral.
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O evento em que Lula e Boulos estavam era do governo federalista. Isso pode ser investigado, tendo em vista que um provável uso da máquina pública em mercê de qualquer pré-candidato pode ser injúria de poder político.
Pré-candidato ao mesmo posto, o deputado federalista Kim Kataguiri (União Brasil-SP) usou as redes sociais para declarar que Lula “cometeu delito eleitoral”. “Isso é campanha antecipada”, escreveu. “Vamos entrar com ação na justiça imediatamente.”
Procurado por Oeste, o atual prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), que deve antagonizar com Boulos em virtude do suporte que deve receber do ex-presidente Jair Bolsonaro, não comentou o ato até a publicação desta reportagem.
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