
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou em mais de R$ 116 milhões o orçamento destinado à comunicação da Presidência, que chegará a cerca de R$ 876 milhões em 2025. O valor representa um salto em relação aos R$ 600 milhões aplicados em 2024 — até então o maior gasto da Secretaria de Comunicação (Secom) desde 2017.
A expansão ocorre em um cenário de cortes em outras áreas do governo. Enquanto a Secom ganha força, órgãos como a Polícia Federal e o Ministério da Educação enfrentam dificuldades para manter operações básicas, como a emissão de passaportes e a compra de materiais didáticos.
A verba de “comunicação institucional” cobre as campanhas publicitárias do governo federal e contratos de assessoria de imprensa e pesquisas de opinião.
Veja também! – Finanças e Economia
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou nque ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
Só a conta de publicidade, executada por quatro agências, soma R$ 562 milhões anuais. Entre as principais ações estão R$ 85 milhões investidos na campanha “Brasil soberano” e R$ 30 milhões destinados à divulgação do programa Gás do Povo.
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Desde que Sidônio Palmeira assumiu o comando da Secom, em janeiro, o governo passou a priorizar anúncios digitais e a contratação de influenciadores, além de produzir vídeos com linguagem voltada às redes sociais. Essa estratégia reforça o foco de Lula na disputa pela reeleição em 2026, já confirmada publicamente pelo petista.
Um exemplo desse novo formato foi o vídeo divulgado nas redes oficiais do governo, no qual o apresentador João Kléber adapta seu famoso “Teste de Fidelidade” para comparar os governos Lula e Donald Trump.
A Secom afirma que as ações seguem a legislação, que prevê campanhas para divulgar políticas públicas e direitos dos cidadãos.
Segundo a pasta, parte do orçamento foi bloqueada e, por isso, não houve aumento substancial na verba total. Ainda assim, o governo prepara um novo contrato de comunicação digital, estimado em R$ 100 milhões anuais, que inclui a produção de vídeos, textos, podcasts e conteúdos para redes sociais.
De acordo com os documentos da licitação, a meta é produzir cerca de 3.000 vídeos por ano — sendo 576 deles “com apresentador”, ao custo médio de R$ 21,4 mil cada, totalizando R$ 12,3 milhões anuais.
O mais recente aporte, de R$ 90 milhões, foi aprovado em 17 de outubro após negociação entre o Planalto e a equipe econômica, com o objetivo de “ampliar o alcance populacional” e reforçar a comunicação regional.
A movimentação fez parte de uma reestruturação de R$ 2,4 bilhões no Orçamento, que resultou em cortes para outros órgãos, como o INSS, que perdeu R$ 190 milhões.
Em nota, a Secom reiterou que as novas ações de comunicação buscam divulgar programas como o Gás do Povo e o Agora Tem Especialistas, além de ampliar a informação sobre a isenção do Imposto de Renda. A pasta ressaltou ainda que o crédito adicional foi necessário para compensar bloqueios anteriores e garantir a execução de projetos prioritários. (Foto: reprodução; Fonte: Folha de SP)
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O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou em mais de R$ 116 milhões o orçamento destinado à comunicação da Presidência, que chegará a cerca de R$ 876 milhões em 2025. O valor representa um salto em relação aos R$ 600 milhões aplicados em 2024 — até então o maior gasto da Secretaria de Comunicação (Secom) desde 2017.
A expansão ocorre em um cenário de cortes em outras áreas do governo. Enquanto a Secom ganha força, órgãos como a Polícia Federal e o Ministério da Educação enfrentam dificuldades para manter operações básicas, como a emissão de passaportes e a compra de materiais didáticos.
A verba de “comunicação institucional” cobre as campanhas publicitárias do governo federal e contratos de assessoria de imprensa e pesquisas de opinião.
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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou nque ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
Só a conta de publicidade, executada por quatro agências, soma R$ 562 milhões anuais. Entre as principais ações estão R$ 85 milhões investidos na campanha “Brasil soberano” e R$ 30 milhões destinados à divulgação do programa Gás do Povo.
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De acordo com os documentos da licitação, a meta é produzir cerca de 3.000 vídeos por ano — sendo 576 deles “com apresentador”, ao custo médio de R$ 21,4 mil cada, totalizando R$ 12,3 milhões anuais.
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A movimentação fez parte de uma reestruturação de R$ 2,4 bilhões no Orçamento, que resultou em cortes para outros órgãos, como o INSS, que perdeu R$ 190 milhões.
Em nota, a Secom reiterou que as novas ações de comunicação buscam divulgar programas como o Gás do Povo e o Agora Tem Especialistas, além de ampliar a informação sobre a isenção do Imposto de Renda. A pasta ressaltou ainda que o crédito adicional foi necessário para compensar bloqueios anteriores e garantir a execução de projetos prioritários. (Foto: reprodução; Fonte: Folha de SP)
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