
A chegada de Luiz Inácio Lula da Silva a Nova York para a Assembleia-Geral da ONU acontece em meio a um clima de incertezas diplomáticas.
De acordo com o jornalista Sam Pancher, do Metrópoles, há expectativa de que o governo dos Estados Unidos anuncie novas sanções relacionadas à condenação do ex-presidente Bolsonaro.
“Existe também expectativa… de que nesta semana deve haver alguma nova reação do governo americano institucional. Aí a gente tá falando de sanções, provavelmente como reação à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro”, afirmou Pancher, lembrando que medidas podem ser divulgadas ainda durante a estadia de Lula em território norte-americano.
A delegação brasileira chegou reduzida. O ministro Alexandre Padilha não viajou após ter seu visto restrito nos EUA. Ele ficaria limitado a circular apenas em um raio de cinco quadras do hotel até a sede da ONU.
As sanções a autoridades brasileiras não são novidade. Ministros do Supremo Tribunal Federal já foram incluídos na Lei Magnitsky, mecanismo usado pelos EUA contra supostos violadores de direitos humanos. No caso de Padilha, a justificativa americana teria relação com o programa Mais Médicos. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)
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A chegada de Luiz Inácio Lula da Silva a Nova York para a Assembleia-Geral da ONU acontece em meio a um clima de incertezas diplomáticas.
De acordo com o jornalista Sam Pancher, do Metrópoles, há expectativa de que o governo dos Estados Unidos anuncie novas sanções relacionadas à condenação do ex-presidente Bolsonaro.
“Existe também expectativa… de que nesta semana deve haver alguma nova reação do governo americano institucional. Aí a gente tá falando de sanções, provavelmente como reação à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro”, afirmou Pancher, lembrando que medidas podem ser divulgadas ainda durante a estadia de Lula em território norte-americano.
A delegação brasileira chegou reduzida. O ministro Alexandre Padilha não viajou após ter seu visto restrito nos EUA. Ele ficaria limitado a circular apenas em um raio de cinco quadras do hotel até a sede da ONU.
As sanções a autoridades brasileiras não são novidade. Ministros do Supremo Tribunal Federal já foram incluídos na Lei Magnitsky, mecanismo usado pelos EUA contra supostos violadores de direitos humanos. No caso de Padilha, a justificativa americana teria relação com o programa Mais Médicos. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)
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