
A gestão de Romeu Zema (Novo) iniciou uma consulta pública para avaliar a transformação de 728 escolas estaduais em unidades cívico-militares.
Atualmente, Minas Gerais conta com apenas nove instituições nesse formato, e a proposta representa um crescimento superior a 8.000%. O estado possui cerca de 3.400 escolas sob responsabilidade da rede estadual, atendendo 1,6 milhão de estudantes.
A sondagem, que teve início no dia 30 de junho, envolvia votações internas com participação de professores, diretores, estudantes e seus responsáveis. O processo estava previsto para ser concluído na sexta-feira (18), mas foi temporariamente suspenso pelo governo, que alegou as férias escolares como justificativa para a pausa.
De acordo com a Secretaria de Educação, até o momento da interrupção, 15% das unidades consultadas haviam concluído a votação.
No formato cívico-militar, os docentes continuam responsáveis pela parte pedagógica, enquanto integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros atuam em áreas como “mediação de conflitos, apoio à gestão, desenvolvimento de atividades preventivas e promoção de valores como respeito, disciplina e responsabilidade”, segundo informou a secretaria.
Sobre os critérios para escolha das 728 escolas que participaram da consulta, a pasta explicou que foram considerados fatores como a presença em áreas com maior vulnerabilidade social e municípios com mais de 25 mil habitantes.
A fonte de financiamento para a expansão ainda será definida, de acordo com o governo, após a conclusão da etapa de consulta.
Como argumento a favor da iniciativa, a secretaria afirma que houve avanços nos indicadores das escolas já inseridas no modelo, com destaque para o aumento no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e a redução das taxas de evasão escolar desde a implantação do programa. (Foto: governo MG; Fonte: Folha de SP)
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Sobre os critérios para escolha das 728 escolas que participaram da consulta, a pasta explicou que foram considerados fatores como a presença em áreas com maior vulnerabilidade social e municípios com mais de 25 mil habitantes.
A fonte de financiamento para a expansão ainda será definida, de acordo com o governo, após a conclusão da etapa de consulta.
Como argumento a favor da iniciativa, a secretaria afirma que houve avanços nos indicadores das escolas já inseridas no modelo, com destaque para o aumento no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e a redução das taxas de evasão escolar desde a implantação do programa. (Foto: governo MG; Fonte: Folha de SP)
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