Haddad diz que o governo Bolsonaro não taxava compras da Shein , que era uma ação politica.

O Ministro da Fazenda do governo Lula, Fernando Haddad (PT), participa hoje (22) de uma audiência pública realizada na ‘Comissão de Finanças e Tributação’ da Câmara dos Deputados.

Haddad é sabatinado por parlamentares da situação e da oposição sobre diversos assuntos, entre eles a respeito da taxação das compras em sites estrangeiros, como Shopee, Shein e Aliexpress.

Um dos momentos mais curiosos da fala do Ministro foi quando ele, com o intuito de criticar a gestão anterior, disse que havia “determinação política” no governo Bolsonaro para não taxar ‘comprinhas da Shein’. Ou seja, que o ex-presidente impedia a aplicação de impostos nesse tipo de comércio.

Para justificar seu pensamento, Haddad afirmou: “Um único remetente mandou 17 milhões de remessas. Ninguém fez nada. O que aconteceu quando a gente se deparou com o problema? Fizemos o Remessa Conforme”, afirmou o Ministro da Fazenda que ainda questionou o motivo de não haver uma “investigação” sobre essa ‘denúncia’. Veja abaixo! (Foto: Agência Câmara)

 

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O Ministro da Fazenda do governo Lula, Fernando Haddad (PT), participa hoje (22) de uma audiência pública realizada na ‘Comissão de Finanças e Tributação’ da Câmara dos Deputados.

Haddad é sabatinado por parlamentares da situação e da oposição sobre diversos assuntos, entre eles a respeito da taxação das compras em sites estrangeiros, como Shopee, Shein e Aliexpress.

Um dos momentos mais curiosos da fala do Ministro foi quando ele, com o intuito de criticar a gestão anterior, disse que havia “determinação política” no governo Bolsonaro para não taxar ‘comprinhas da Shein’. Ou seja, que o ex-presidente impedia a aplicação de impostos nesse tipo de comércio.

Para justificar seu pensamento, Haddad afirmou: “Um único remetente mandou 17 milhões de remessas. Ninguém fez nada. O que aconteceu quando a gente se deparou com o problema? Fizemos o Remessa Conforme”, afirmou o Ministro da Fazenda que ainda questionou o motivo de não haver uma “investigação” sobre essa ‘denúncia’. Veja abaixo! (Foto: Agência Câmara)

 

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