Hugo Motta manda à corregedoria denúncias contra deputados por protesto

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à Corregedoria Parlamentar representações contra 14 parlamentares acusados de envolvimento na ocupação do plenário da Casa, que se estendeu por aproximadamente 30 horas. As denúncias foram publicadas no Diário Oficial da Câmara e podem resultar em suspensão ou até cassação dos mandatos.

Entre os nomes citados estão o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), o líder da oposição, Zucco (PL-RS), e os deputados Carlos Jordy (PL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG), Caroline de Toni (PL-SC), Marco Feliciano (PL-SP), Domingos Sávio (PL-MG), Zé Trovão (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Marcos Pollon (PL-MS) e Julia Zanatta (PL-SC). Também figuram na lista Allan Garcês (PP-MA) e o líder do Novo, Marcel Van Hattem (Novo-RS).

Embora tenha sido alvo de um pedido do PL, a deputada Camila Jara (PT-MS) não consta no documento oficial. O partido a acusou de ter empurrado Nikolas Ferreira atrás da cadeira da presidência durante o ato.

O corregedor Diego Coronel (PSD-BA) será responsável por examinar os casos e apresentar um parecer à Mesa Diretora, que deliberará sobre as medidas cabíveis.

Antes disso, os processos passarão pelo Conselho de Ética, onde um relator será designado para cada denúncia. Caso aprovada, a suspensão — que deve ser votada em até três dias — terá efeito imediato, incluindo corte de salário, cota parlamentar e verba de gabinete.

Hugo Motta criticou a conduta dos deputados envolvidos, afirmando ao Jornal Nacional, da TV Globo, que “obstrução se faz no voto, se faz no placar, se faz obedecendo o regimento, e não de forma física, impedindo o funcionamento dos nossos trabalhos”.

Os partidos PT, PSB e PSOL protocolaram pedido de afastamento sumário, por seis meses, dos parlamentares envolvidos.

A acusação é de quebra de decoro parlamentar, com base no regimento interno e no Código de Ética da Casa. Para as siglas, o uso de força física para usurpar funções da Mesa “é um precedente extremamente perigoso e inaceitável no Estado Democrático de Direito, razão pela qual deve ser rechaçado com o rigor das normas éticas e regimentais”. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: UOL)

E mais:

Eduardo Bolsonaro é chamado para reunião com Governo Trump

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Embora tenha sido alvo de um pedido do PL, a deputada Camila Jara (PT-MS) não consta no documento oficial. O partido a acusou de ter empurrado Nikolas Ferreira atrás da cadeira da presidência durante o ato.

O corregedor Diego Coronel (PSD-BA) será responsável por examinar os casos e apresentar um parecer à Mesa Diretora, que deliberará sobre as medidas cabíveis.

Antes disso, os processos passarão pelo Conselho de Ética, onde um relator será designado para cada denúncia. Caso aprovada, a suspensão — que deve ser votada em até três dias — terá efeito imediato, incluindo corte de salário, cota parlamentar e verba de gabinete.

Hugo Motta criticou a conduta dos deputados envolvidos, afirmando ao Jornal Nacional, da TV Globo, que “obstrução se faz no voto, se faz no placar, se faz obedecendo o regimento, e não de forma física, impedindo o funcionamento dos nossos trabalhos”.

Os partidos PT, PSB e PSOL protocolaram pedido de afastamento sumário, por seis meses, dos parlamentares envolvidos.

A acusação é de quebra de decoro parlamentar, com base no regimento interno e no Código de Ética da Casa. Para as siglas, o uso de força física para usurpar funções da Mesa “é um precedente extremamente perigoso e inaceitável no Estado Democrático de Direito, razão pela qual deve ser rechaçado com o rigor das normas éticas e regimentais”. (Foto: Ag. Câmara; Fonte: UOL)

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