Hugo Motta rebate Paulinho da Força: ‘dosimetria’ não tem relação com IR

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu nesta quinta-feira (25) que a votação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda ocorrerá no dia 1º de outubro, como já estava previsto.

Ele afastou qualquer vínculo entre essa proposta e a discussão sobre a redução de penas para condenados do 8 de Janeiro, tema defendido pelo relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

Na véspera, Paulinho havia sugerido que a análise do texto poderia influenciar diretamente a tramitação do projeto do IR, considerado prioridade para o governo Lula (PT). A proposta do Executivo amplia a isenção para trabalhadores com renda de até R$ 5 mil.

Do plenário, Motta rebateu a ideia de dependência entre as pautas: “Entendemos que a matéria [do IR] está madura. Já anunciamos a pauta para a próxima quarta-feira, independentemente de qualquer outra matéria. Não há vinculação da matéria do Imposto de Renda com qualquer outra. Essa associação foi feita de maneira incorreta”, afirmou.

Mais cedo, Paulinho declarou que pretendia ajustar o calendário com Motta para viabilizar a votação da proposta sobre redução de penas:

“Acho que tudo leva a crer que é possível votar na próxima terça-feira (30). […] Acho até que, se não votar isso, não vai votar o IR”, disse o relator em entrevista, ao lado do líder petista Lindbergh Farias (RJ), após encontro com a bancada do PT.

Nos bastidores, integrantes do PT interpretaram a fala de Paulinho como uma tentativa de pressão. Apesar disso, parlamentares da legenda reiteraram que não apoiarão a flexibilização de punições aos envolvidos no episódio de 8 de janeiro.

 

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Do plenário, Motta rebateu a ideia de dependência entre as pautas: “Entendemos que a matéria [do IR] está madura. Já anunciamos a pauta para a próxima quarta-feira, independentemente de qualquer outra matéria. Não há vinculação da matéria do Imposto de Renda com qualquer outra. Essa associação foi feita de maneira incorreta”, afirmou.

Mais cedo, Paulinho declarou que pretendia ajustar o calendário com Motta para viabilizar a votação da proposta sobre redução de penas:

“Acho que tudo leva a crer que é possível votar na próxima terça-feira (30). […] Acho até que, se não votar isso, não vai votar o IR”, disse o relator em entrevista, ao lado do líder petista Lindbergh Farias (RJ), após encontro com a bancada do PT.

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