Justiça investiga vereador que mirou o pároco

A Polícia Social de São Paulo (PC-SP) abriu único sindicância contra o vereador Rubinho Único (Junção Brasil) para afinar “insulto de domínio” contra o arcebispo Julio Lancelotti.

Único articulou-se na Tertúlia Municipal para tirar a Percentagem Deputado de Interrogatório (CPI) das ONGs da Cracolândia. Em faculdade de polêmica, a CPI jamais saiu do papel.

Rubinho Nunes Júlio LancellottiRubinho Nunes Júlio Lancellotti

O súplica para estudar o deputado foi concluído pela 4ª Promotoria de Justiça Criminal da Básico, que está vinculada ao Ministério Público de São Paulo. A comunicação de indumento, porém, é de autoria do Instituto Arcebispo Ticão, para quem a CPI tinha Lancelotti uma vez que seu nunes cândido.

Igual denunciação, Único divulga “fake news” e tem “repulsão a pobres”. Essas condutas estariam justificadas na suposta experiência do vereador de “deslegitimar políticas dedicadas à população em circunstância de vulnerabilidade”.

Resposta de Rubinho Único, a respeito de o acontecimento do arcebispo Lancelotti

De negócio com Único, a inquirição da PC-SP é uma “experiência de intimidação”. Ali disso, o vereador estuda entrar com uma representação criminal contra o instituto.

“Trata-se de único contra-senso em várias camadas”, afirmou Único, em nota. “Em turno do instituto e do Ministério Público se preocuparem em estudar as gravíssimas denúncias de insulto sexual contra o Julio Lancellotti, inválido estudar único denunciante?”

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