Lindbergh diz que Tarcísio ‘cruzou rubicão’ ao chamar Moraes de tirano: ´é crime’

O deputado Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, reagiu às declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante a manifestação do 7 de Setembro na Avenida Paulista, quando o político afirmou que “ninguém aguenta mais a tirania de Alexandre de Moraes”.

Em postagem no X (antigo Twitter), neste domingo (7/9), Lindbergh afirmou que “Tarcísio de Freitas cruzou o Rubicão”.

O parlamentar destacou: “Não é crítica política, mas um ataque frontal ao STF, que pode configurar coação no curso do processo, por tentativa de intimidar o ministro relator no meio do julgamento de Jair Bolsonaro e demais golpistas”.

O deputado acrescentou que Tarcísio “com cinismo, citou o ministro André Mendonça: ‘o bom juiz deve ser reconhecido pelo respeito e não pelo medo’. Manipulou a frase para alvejar Moraes e, ao mesmo tempo, fez coro pela anistia, que só serviria para consagrar a impunidade e a continuidade do golpe”.

Lindbergh concluiu sua crítica afirmando: “Tarcísio não age como governador, mas como advogado de Bolsonaro. Quem ataca ministros e defende anistia para conspiradores não luta por liberdade: legitima o crime, sabota a Justiça e abre caminho para novos atentados contra a democracia”.

A expressão “cruzar o Rubicão” tem origem histórica em Roma. Ela se refere a Júlio César, que, em 49 a.C., atravessou o rio Rubicão com seu exército, desafiando diretamente o Senado e a lei romana.

Na época, a travessia representava um ato de guerra e ruptura com a autoridade vigente, sendo considerada uma decisão irreversível, sem possibilidade de recuo. Esse episódio marcou o início de uma mudança drástica na história de Roma, que culminou no fim da República e na consolidação do poder de César.

No contexto político atual, a expressão é usada para indicar que uma pessoa tomou uma atitude radical e sem volta, especialmente ao desafiar regras, instituições ou normas estabelecidas.

No caso de Tarcísio de Freitas, ao criticar abertamente Alexandre de Moraes e associar sua fala à defesa de anistia para conspiradores, Lindbergh Farias sugere que o governador ultrapassou um limite político e institucional, adotando uma postura que pode ter consequências graves e irreversíveis na relação entre Executivo e Judiciário.

 

 

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O deputado Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, reagiu às declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante a manifestação do 7 de Setembro na Avenida Paulista, quando o político afirmou que “ninguém aguenta mais a tirania de Alexandre de Moraes”.

Em postagem no X (antigo Twitter), neste domingo (7/9), Lindbergh afirmou que “Tarcísio de Freitas cruzou o Rubicão”.

O parlamentar destacou: “Não é crítica política, mas um ataque frontal ao STF, que pode configurar coação no curso do processo, por tentativa de intimidar o ministro relator no meio do julgamento de Jair Bolsonaro e demais golpistas”.

O deputado acrescentou que Tarcísio “com cinismo, citou o ministro André Mendonça: ‘o bom juiz deve ser reconhecido pelo respeito e não pelo medo’. Manipulou a frase para alvejar Moraes e, ao mesmo tempo, fez coro pela anistia, que só serviria para consagrar a impunidade e a continuidade do golpe”.

Lindbergh concluiu sua crítica afirmando: “Tarcísio não age como governador, mas como advogado de Bolsonaro. Quem ataca ministros e defende anistia para conspiradores não luta por liberdade: legitima o crime, sabota a Justiça e abre caminho para novos atentados contra a democracia”.

A expressão “cruzar o Rubicão” tem origem histórica em Roma. Ela se refere a Júlio César, que, em 49 a.C., atravessou o rio Rubicão com seu exército, desafiando diretamente o Senado e a lei romana.

Na época, a travessia representava um ato de guerra e ruptura com a autoridade vigente, sendo considerada uma decisão irreversível, sem possibilidade de recuo. Esse episódio marcou o início de uma mudança drástica na história de Roma, que culminou no fim da República e na consolidação do poder de César.

No contexto político atual, a expressão é usada para indicar que uma pessoa tomou uma atitude radical e sem volta, especialmente ao desafiar regras, instituições ou normas estabelecidas.

No caso de Tarcísio de Freitas, ao criticar abertamente Alexandre de Moraes e associar sua fala à defesa de anistia para conspiradores, Lindbergh Farias sugere que o governador ultrapassou um limite político e institucional, adotando uma postura que pode ter consequências graves e irreversíveis na relação entre Executivo e Judiciário.

 

 

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