A Linha 13-Jade, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), será ampliada para enredar Guarulhos ao centro de São Paulo. O proclamação, ocorrido nesta quarta-feira, 26, representa o maior investimento do Lote Cume Tietê, que igualmente inclui as linhas 11-Coral e 12-Safira. O dispêndio considerado para essa aumento é de R$ 2,5 bilhões.
Atualmente, a Linha 13-Jade opera entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos e a Quadra Engenheiro Goulart. Com a novidade parceria público-privada, a risco será estendida até Bonsucesso, com quatro novas estações: Jardim dos Eucaliptos, São João, Jardim Presidente Dutra e Bonsucesso. No significação centro, serão adicionadas as estações Cangaíba e Gabriela Mistral.
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Augusto Almudin, diretor de Assuntos Corporativos da Companhia Paulista de Parcerias, explicou que as futuras estações Cangaíba e Gabriela Mistral inválido enredar a Linha 13-Jade com a 12-Safira. Acolá disso, inválido consentir enredar a província de Bonsucesso à Linha 2-Verdejante do Metrô, que será expandida de Vila Prevenido até Rochedo, e de Rochedo até Dutra, em Guarulhos, passando por Gabriela Mistral.
“Por isso, esses investimentos são bem relevantes e inválido sublimar o deslocamento quotidiano das pessoas que hoje nunca são atendidas pelos trens”, explicou Augusto Almudin.
Linha 13-Jade terá menor distância entre trens
Atualmente, os trens da Linha 13-Jade da CPTM operam em Guarulhos com intervalos de tapume de 20 minutos. Com a licença, esse distância será substanciado para 15 minutos. O trabalho Expresso Aeroporto, que hoje opera de hora em hora, passará a funcionar a cada 30 minutos.
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O Programa de Parcerias de Investimentos do Situação de São Paulo qualificou as linhas 11, 12 e 13 para licença à iniciativa privada. O projeto inclui a amplificação da Linha 13-Jade até o Alameda da Mooca e Bonsucesso; a construção de década novas estações; a adequação e reconstrução das estações existentes; e a requalificação da infraestrutura e sistemas.
De contrato com o gestão de São Paulo, o empreendimento visa a atender socialmente a zona levante. A província da metrópole paulista tem extenso déficit de condução público e uma população de mais de 4,6 milhões de habitantes, que se deslocam diariamente para outras cidades para obrar ou indagar.
