O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu demitir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo (PT-SE), e nomear o deputado federal Guilherme Boulos (PSol-SP) para assumir a pasta. A troca foi oficializada nesta segunda-feira (20/10) depois de meses de especulações sobre a mudança no comando da pasta.
Mais cedo, ele esteve no evento de lançamento do programa Reforma Casa Brasil ao lado do presidente e de ministros.
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Guilherme Boulos
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
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A Secretaria-Geral é responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais. A mudança no comando da pasta vem no momento em que o presidente busca fortalecer a base para as eleições de 2026.
A saída de Macêdo já era ventilada desde o ano passado e voltou a ganhar força recentemente, em meio aos esforços do governo para reorganizar a base.
Com a alteração, Macêdo deve se dedicar à campanha para deputado estadual no próximo pleito. Enquanto Boulos, que tem boa interlocução com movimentos sociais, vai intensificar as agendas pelo país de olho na reeleição do presidente.
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Boulos ministro
- Atual deputado federal, Guilherme Boulos vai assumir a pasta responsável pela interlocução com movimentos sociais.
- Para integrar o governo, o psolista topou abrir mão da candidatura nas eleições do ano que vem. Caso quisesse concorrer, ele teria que deixar o cargo até abril.
- Lula faz a troca de olho na disputa pela reeleição. Boulos foi um dos responsáveis por mobilizar as manifestações contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia.
- O destino de Márcio Macêdo após saída do ministério ainda é incerto.
Quem é Guilherme Boulos
Formado em filosofia, com especialização em psicologia clínica e mestrado em psiquiatria, Boulos é psicanalista e professor. Iniciou sua carreira política no Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), do qual se tornou uma das principais lideranças.
Concorreu à Presidência da República pela primeira vez em 2018. Na ocasião, recebeu 617 mil votos e terminou em 10º lugar entre 13 candidatos. Na eleição municipal de 2020, foi candidato a vice na chapa de Luiza Erundina (PSol) à Prefeitura de São Paulo, mas acabou derrotado no segundo turno pela chapa formada por Bruno Covas (PSDB) e Ricardo Nunes (MDB).
Nas eleições seguintes, em 2020, desistiu de concorrer ao governo paulista para apoiar a candidatura de Fernando Haddad (PT). Foi eleito como deputado federal com mais de 1 milhão de votos, sendo o mais votado no estado. Já na última tentativa de disputar um cargo no Executivo municipal, no ano passado, Boulos chegou ao segundo turno contra Ricardo Nunes, mas foi derrotado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu demitir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo (PT-SE), e nomear o deputado federal Guilherme Boulos (PSol-SP) para assumir a pasta. A troca foi oficializada nesta segunda-feira (20/10) depois de meses de especulações sobre a mudança no comando da pasta.
Mais cedo, ele esteve no evento de lançamento do programa Reforma Casa Brasil ao lado do presidente e de ministros.
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A Secretaria-Geral é responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais. A mudança no comando da pasta vem no momento em que o presidente busca fortalecer a base para as eleições de 2026.
A saída de Macêdo já era ventilada desde o ano passado e voltou a ganhar força recentemente, em meio aos esforços do governo para reorganizar a base.
Com a alteração, Macêdo deve se dedicar à campanha para deputado estadual no próximo pleito. Enquanto Boulos, que tem boa interlocução com movimentos sociais, vai intensificar as agendas pelo país de olho na reeleição do presidente.
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- Lula faz a troca de olho na disputa pela reeleição. Boulos foi um dos responsáveis por mobilizar as manifestações contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia.
- O destino de Márcio Macêdo após saída do ministério ainda é incerto.
Quem é Guilherme Boulos
Formado em filosofia, com especialização em psicologia clínica e mestrado em psiquiatria, Boulos é psicanalista e professor. Iniciou sua carreira política no Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), do qual se tornou uma das principais lideranças.
Concorreu à Presidência da República pela primeira vez em 2018. Na ocasião, recebeu 617 mil votos e terminou em 10º lugar entre 13 candidatos. Na eleição municipal de 2020, foi candidato a vice na chapa de Luiza Erundina (PSol) à Prefeitura de São Paulo, mas acabou derrotado no segundo turno pela chapa formada por Bruno Covas (PSDB) e Ricardo Nunes (MDB).
Nas eleições seguintes, em 2020, desistiu de concorrer ao governo paulista para apoiar a candidatura de Fernando Haddad (PT). Foi eleito como deputado federal com mais de 1 milhão de votos, sendo o mais votado no estado. Já na última tentativa de disputar um cargo no Executivo municipal, no ano passado, Boulos chegou ao segundo turno contra Ricardo Nunes, mas foi derrotado.
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