O presidente Luiz Inácio Lula da Silva removeu de seu perfil solene no YouTube, nesta quinta-feira, 2, a gravação do ato em prol do Dia do Trabalhador em São Paulo, em que o petista pediu votos para o deputado federalista Guilherme Boulos (Psol-SP), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo (SP).
Mais cedo, o juiz eleitoral Paulo Eduardo de Almeida Sorci, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, deu 48 horas para que o YouTube e Lula apagassem o vídeo da plataforma. Em caso de descumprimento, ambos seriam multados.

“Luiz Inácio explicitamente pede para que os participantes votem em Guilherme Boulos para prefeito do município de São Paulo nas eleições de 2024”, diz Sorci, na decisão à qual Oeste obteve entrada.
+ Lula comete ‘ilícito eleitoral’ ao pedir votos para Boulos, diz profissional
“Não restam dúvidas quanto à presença do ‘periculum in mora‘”, escreveu o magistrado. “Pois a permanência do vídeo na rede pode macular a paridade entre os possíveis candidatos ao pleito vindouro, mormente porque, além da extemporaneidade do ato de campanha, se trata de um ‘cabo eleitoral’ de considerável relevância.”
O vídeo também estava no ducto do YouTube do governo federalista, mas foi sumido, restando unicamente no ducto solene do presidente, onde não está mais. Em 1° de maio, Lula e Boulos dividiram palco no estádio do Corinthians, em Itaquera (SP).
“Ele está enfrentando três adversários e por isso eu quero proferir para vocês, ninguém derrotará esse moço cá se vocês votarem no Boulos para prefeito de São Paulo nas próximas eleições”, disse Lula. “Vou fazer um apelo, cada pessoa que votou o Lula em 1989, em 1994, em 1998, em 2006, em 2010, em 2018, em 2022, tem que votar no Boulos para prefeito de São Paulo.”
A lei eleitoral restringe a propaganda antecipada na pré-campanha. A propaganda eleitoral será permitida unicamente depois de 16 de agosto, quando as candidaturas já estiverem registradas na Justiça Eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva removeu de seu perfil solene no YouTube, nesta quinta-feira, 2, a gravação do ato em prol do Dia do Trabalhador em São Paulo, em que o petista pediu votos para o deputado federalista Guilherme Boulos (Psol-SP), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo (SP).
Mais cedo, o juiz eleitoral Paulo Eduardo de Almeida Sorci, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, deu 48 horas para que o YouTube e Lula apagassem o vídeo da plataforma. Em caso de descumprimento, ambos seriam multados.


“Luiz Inácio explicitamente pede para que os participantes votem em Guilherme Boulos para prefeito do município de São Paulo nas eleições de 2024”, diz Sorci, na decisão à qual Oeste obteve entrada.
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“Não restam dúvidas quanto à presença do ‘periculum in mora‘”, escreveu o magistrado. “Pois a permanência do vídeo na rede pode macular a paridade entre os possíveis candidatos ao pleito vindouro, mormente porque, além da extemporaneidade do ato de campanha, se trata de um ‘cabo eleitoral’ de considerável relevância.”
O vídeo também estava no ducto do YouTube do governo federalista, mas foi sumido, restando unicamente no ducto solene do presidente, onde não está mais. Em 1° de maio, Lula e Boulos dividiram palco no estádio do Corinthians, em Itaquera (SP).
“Ele está enfrentando três adversários e por isso eu quero proferir para vocês, ninguém derrotará esse moço cá se vocês votarem no Boulos para prefeito de São Paulo nas próximas eleições”, disse Lula. “Vou fazer um apelo, cada pessoa que votou o Lula em 1989, em 1994, em 1998, em 2006, em 2010, em 2018, em 2022, tem que votar no Boulos para prefeito de São Paulo.”
A lei eleitoral restringe a propaganda antecipada na pré-campanha. A propaganda eleitoral será permitida unicamente depois de 16 de agosto, quando as candidaturas já estiverem registradas na Justiça Eleitoral.
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