Lula condena xingamentos a Dilma em 2014 e cita “clima nervoso” na Copa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta quinta-feira (26/2), as vaias dirigidas à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na abertura da Copa do Mundo FIFA 2014 e afirmou que o país precisa se “redimir” do torneio com a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que será sediada no Brasil.

“Eu nunca esqueço da grosseria da torcida xingando a Dilma. Eu não esqueço. É uma coisa que eu jamais imaginei ver em uma festa que o Brasil estava organizando, em que a gente fazia abertura de uma Copa do Mundo que a última tinha sido em 1950, as pessoas tratarem uma presidenta com o desrespeito que trataram a Dilma. Era uma espécie de clima nervoso que estava vivendo o Brasil”, afirmou.

Segundo Lula, o ambiente político e social do período ajuda a explicar o resultado da semifinal em que a Alemanha venceu o Brasil por 7 a 1. Para ele, o “vexame” não deve ser atribuído aos jogadores, mas ao contexto de tensão e às denúncias que marcaram o momento.

O Mundial de 2014 foi marcado por denúncias e investigações relacionadas a irregularidades em obras de estádios e infraestrutura. “Não havia clima sequer para jogar futebol. É a única explicação que eu tenho para aquele banho que tomamos da Alemanha”, disse.

“Nós temos que nos redimir com o que aconteceu em 2014, foi um vexame. E não foi um vexame dos jogadores. O Brasil vivia um momento muito delicado, um momento muito irritante, muito nervoso. Já começava naquele momento a quantidade de mentiras inesquecíveis sobre a corrupção na Copa do Mundo”, declarou.

A declaração foi feita durante a cerimônia do Tour da Taça da Copa do Mundo FIFA 2026, realizada no Palácio do Planalto. O evento, promovido pela Coca-Cola, levou o troféu original da competição para uma turnê pelo país e reuniu campeõs mundiais de futebol, como a ex-jogadora Formiga.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Lula, autoridades e ex-jogadores da seleção durante cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília
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Lula, autoridades e ex-jogadores da seleção durante cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Na ocasião, o titular do Planalto defendeu maior valorização do futebol feminino e afirmou que o país vive atualmente um cenário mais favorável do ponto de vista econômico e social para sediar o torneio.

Lula também usou o momento para enfatizar ações do governo voltadas às mulheres, com destaque ao “Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio”, em que os três Poderes firmaram compromisso de combate à violência contra mulher, e endureceu o discurso contra o feminicídio.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta quinta-feira (26/2), as vaias dirigidas à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na abertura da Copa do Mundo FIFA 2014 e afirmou que o país precisa se “redimir” do torneio com a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que será sediada no Brasil.

“Eu nunca esqueço da grosseria da torcida xingando a Dilma. Eu não esqueço. É uma coisa que eu jamais imaginei ver em uma festa que o Brasil estava organizando, em que a gente fazia abertura de uma Copa do Mundo que a última tinha sido em 1950, as pessoas tratarem uma presidenta com o desrespeito que trataram a Dilma. Era uma espécie de clima nervoso que estava vivendo o Brasil”, afirmou.

Segundo Lula, o ambiente político e social do período ajuda a explicar o resultado da semifinal em que a Alemanha venceu o Brasil por 7 a 1. Para ele, o “vexame” não deve ser atribuído aos jogadores, mas ao contexto de tensão e às denúncias que marcaram o momento.

O Mundial de 2014 foi marcado por denúncias e investigações relacionadas a irregularidades em obras de estádios e infraestrutura. “Não havia clima sequer para jogar futebol. É a única explicação que eu tenho para aquele banho que tomamos da Alemanha”, disse.

“Nós temos que nos redimir com o que aconteceu em 2014, foi um vexame. E não foi um vexame dos jogadores. O Brasil vivia um momento muito delicado, um momento muito irritante, muito nervoso. Já começava naquele momento a quantidade de mentiras inesquecíveis sobre a corrupção na Copa do Mundo”, declarou.

A declaração foi feita durante a cerimônia do Tour da Taça da Copa do Mundo FIFA 2026, realizada no Palácio do Planalto. O evento, promovido pela Coca-Cola, levou o troféu original da competição para uma turnê pelo país e reuniu campeõs mundiais de futebol, como a ex-jogadora Formiga.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do jogador Cafu, participa, nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, da cerimônia oficial do Tour da Taça promovido pela FIFA. O evento marca a passagem do troféu por Brasília
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Na ocasião, o titular do Planalto defendeu maior valorização do futebol feminino e afirmou que o país vive atualmente um cenário mais favorável do ponto de vista econômico e social para sediar o torneio.

Lula também usou o momento para enfatizar ações do governo voltadas às mulheres, com destaque ao “Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio”, em que os três Poderes firmaram compromisso de combate à violência contra mulher, e endureceu o discurso contra o feminicídio.

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