Lula lança pacto contra feminicídio sem ações práticas, mas fala em combate para que ‘não haja agressores’ – Jovem Pan

Declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes

Ricardo Stuckert / PR Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, ‘pela primeira vez, os homens estão assumindo responsabilidade pela luta em defesa da mulher’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, “pela primeira vez, os homens estão assumindo responsabilidade pela luta em defesa da mulher”.

O presidente ainda afirmou que “não basta não ser agressor, é preciso lutar para que não haja agressores”. “Cada homem neste país tem uma missão. Começando com amigos, primos, tios, vizinhos, colegas de trabalho, companheiros privados e parceiros de futebol. Não podemos nos omitir. Enquanto poder público, vamos aprimorar os instrumentos de proteção, prevenção e acolhimento. Enquanto homens, vamos desconstruir, tijolo por tijolo, essa cultura machista que nos envergonha a todos”, afirmou.

A declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes.

Lula ainda disse que a defesa das mulheres é um tema de “porta de fábrica”, dos sindicatos e dos trabalhadores, “não apenas para o Dia da Mulher”. O presidente destacou que a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com uma ação, pela primeira vez, para punir pessoas que cometeram crimes violentos contra mulheres. O objetivo é obrigar o agressor a pagar a pensão do filho até os 21 anos.

“Não foi a primeira vez que teve um processo, mas foi a primeira vez que o governo assumiu a responsabilidade de reivindicar a punição econômica e, graças a Deus, recebeu a vitória”, afirmou. ‘É preciso lutar para que não haja agressores’.

Apesar do lançamento do pacto, poucas ações práticas foram apresentadas, apenas planos para o futuro. Única medida anunciada foi a criação de um comitê contra o feminicídio, da qual a ministra das Relações Institucionais, Gleise Hoffmann (PT), disse que será formado por quatro representantes de cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário).

“Após a composição, esse comitê se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ação, se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ações prioritárias, contundentes e efetivas para enfrentar o feminicídio”, disse o presidente.

*Com Estadão Conteúdo

 



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Declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes

Ricardo Stuckert / PR23.12.2025 - Cerimônia de transmissão de cargo e posse do Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano 23.12.2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de transmissão de cargo e posse do Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano. Palácio do Planalto. Brasília (DF) - Brasil Foto: Ricardo Stuckert / PR Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, ‘pela primeira vez, os homens estão assumindo responsabilidade pela luta em defesa da mulher’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, “pela primeira vez, os homens estão assumindo responsabilidade pela luta em defesa da mulher”.

O presidente ainda afirmou que “não basta não ser agressor, é preciso lutar para que não haja agressores”. “Cada homem neste país tem uma missão. Começando com amigos, primos, tios, vizinhos, colegas de trabalho, companheiros privados e parceiros de futebol. Não podemos nos omitir. Enquanto poder público, vamos aprimorar os instrumentos de proteção, prevenção e acolhimento. Enquanto homens, vamos desconstruir, tijolo por tijolo, essa cultura machista que nos envergonha a todos”, afirmou.

A declaração foi feita na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira, 4, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença dos chefes dos Três Poderes.

Lula ainda disse que a defesa das mulheres é um tema de “porta de fábrica”, dos sindicatos e dos trabalhadores, “não apenas para o Dia da Mulher”. O presidente destacou que a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com uma ação, pela primeira vez, para punir pessoas que cometeram crimes violentos contra mulheres. O objetivo é obrigar o agressor a pagar a pensão do filho até os 21 anos.

“Não foi a primeira vez que teve um processo, mas foi a primeira vez que o governo assumiu a responsabilidade de reivindicar a punição econômica e, graças a Deus, recebeu a vitória”, afirmou. ‘É preciso lutar para que não haja agressores’.

Apesar do lançamento do pacto, poucas ações práticas foram apresentadas, apenas planos para o futuro. Única medida anunciada foi a criação de um comitê contra o feminicídio, da qual a ministra das Relações Institucionais, Gleise Hoffmann (PT), disse que será formado por quatro representantes de cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário).

“Após a composição, esse comitê se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ação, se reunirá para discutir um plano de trabalho comum com ações prioritárias, contundentes e efetivas para enfrentar o feminicídio”, disse o presidente.

*Com Estadão Conteúdo

 

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