
O pastor Silas Malafaia fez críticas públicas duríssimas à forma como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colocou seu nome como possível candidato à Presidência da República.
Para o líder religioso, o movimento não foi bem conduzido e não conta com seu apoio. Na avaliação de Malafaia, a chapa mais competitiva no campo conservador deveria unir o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Em entrevista ao portal Metrópoles, o pastor classificou a iniciativa como “precipitada” e disse que ela ocorreu em um momento delicado para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que estaria emocionalmente fragilizado em razão de condenações judiciais. (continua)
Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.
(segue) “Eu sou um aliado, mas não sou alienado. Já discordei de Bolsonaro várias vezes e nunca perdi a amizade com ele. Isso é democrático”, afirmou, ao defender que decisões políticas desse porte precisam ser amplamente discutidas.
Malafaia foi enfático ao rejeitar a candidatura do senador. “Não vou engolir”, declarou. Em seguida, explicou sua avaliação ao mencionar o estado emocional do ex-presidente.
“Sou psicólogo, sei o que estou falando. A pessoa, quando se sente injustiçada, pode levar à angústia e a quadros de depressão. Então, como o filho de Bolsonaro, numa conversa particular, em um momento emocional de Bolsonaro, ele vai lá e tira a candidatura e chega aqui e diz: ‘Meu pai diz que sou eu e acabou’. Na-na-ni-na-não. Não é assim. Temos que entender que é uma construção”, disse.
Segundo o pastor, o anúncio foi feito sem diálogo prévio com aliados e sequer com Michelle Bolsonaro, o que reforçaria o caráter apressado da decisão. Ele relatou ter conversado com a ex-primeira-dama após a divulgação da informação e afirmou que ela também foi surpreendida.
“Ela me disse: ‘Pastor, eu também fui pega de surpresa’”, contou. Para Malafaia, o contexto emocional de Bolsonaro torna a situação ainda mais sensível. “Não é questão de faculdade mental. É uma pessoa abalada emocionalmente, que fica mais suscetível. Tirar uma decisão dessa num momento como esse, eu não aceito”, afirmou.
Ao analisar a reação do campo conservador, Malafaia disse não perceber entusiasmo em torno do nome de Flávio Bolsonaro.
“Qual foi a empolgação? Nenhuma. É só observar as reações”, declarou. Na avaliação do pastor, mesmo havendo uma sinalização de apoio do ex-presidente ao filho, o correto seria promover um debate com lideranças políticas antes de qualquer anúncio público. “Não é chegar e colocar goela abaixo de todo mundo”, criticou.
O pastor também voltou suas críticas à esquerda, que definiu como uma “máquina de fake news”. Segundo ele, grupos ligados ao governo Lula costumam atacar adversários por meio de campanhas de desgaste e narrativas falsas. No caso de Flávio Bolsonaro, porém, Malafaia afirmou não ter visto esse tipo de reação. (continua)
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(segue) “Eu não vi ninguém da esquerda ou do governo atacar Flávio. Parece até que estão dizendo: ‘é esse mesmo que nós queremos’”, afirmou, sugerindo que o senador seria visto como um adversário conveniente.
Ao final, Malafaia apresentou sua proposta para a disputa presidencial. Ele defendeu uma chapa encabeçada por Tarcísio de Freitas, tendo Michelle Bolsonaro como vice.
Segundo o pastor, a ex-primeira-dama reúne características eleitorais relevantes, como forte apoio entre evangélicos, identificação com mulheres conservadoras e origem nordestina. “Não sou dono da verdade, é a minha percepção. Para ganhar uma eleição, a chapa mais forte seria Tarcísio e Michelle”, concluiu. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles; Poder360)
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O pastor Silas Malafaia fez críticas públicas duríssimas à forma como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colocou seu nome como possível candidato à Presidência da República.
Para o líder religioso, o movimento não foi bem conduzido e não conta com seu apoio. Na avaliação de Malafaia, a chapa mais competitiva no campo conservador deveria unir o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Em entrevista ao portal Metrópoles, o pastor classificou a iniciativa como “precipitada” e disse que ela ocorreu em um momento delicado para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que estaria emocionalmente fragilizado em razão de condenações judiciais. (continua)
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(segue) “Eu sou um aliado, mas não sou alienado. Já discordei de Bolsonaro várias vezes e nunca perdi a amizade com ele. Isso é democrático”, afirmou, ao defender que decisões políticas desse porte precisam ser amplamente discutidas.
Malafaia foi enfático ao rejeitar a candidatura do senador. “Não vou engolir”, declarou. Em seguida, explicou sua avaliação ao mencionar o estado emocional do ex-presidente.
“Sou psicólogo, sei o que estou falando. A pessoa, quando se sente injustiçada, pode levar à angústia e a quadros de depressão. Então, como o filho de Bolsonaro, numa conversa particular, em um momento emocional de Bolsonaro, ele vai lá e tira a candidatura e chega aqui e diz: ‘Meu pai diz que sou eu e acabou’. Na-na-ni-na-não. Não é assim. Temos que entender que é uma construção”, disse.
Segundo o pastor, o anúncio foi feito sem diálogo prévio com aliados e sequer com Michelle Bolsonaro, o que reforçaria o caráter apressado da decisão. Ele relatou ter conversado com a ex-primeira-dama após a divulgação da informação e afirmou que ela também foi surpreendida.
“Ela me disse: ‘Pastor, eu também fui pega de surpresa’”, contou. Para Malafaia, o contexto emocional de Bolsonaro torna a situação ainda mais sensível. “Não é questão de faculdade mental. É uma pessoa abalada emocionalmente, que fica mais suscetível. Tirar uma decisão dessa num momento como esse, eu não aceito”, afirmou.
Ao analisar a reação do campo conservador, Malafaia disse não perceber entusiasmo em torno do nome de Flávio Bolsonaro.
“Qual foi a empolgação? Nenhuma. É só observar as reações”, declarou. Na avaliação do pastor, mesmo havendo uma sinalização de apoio do ex-presidente ao filho, o correto seria promover um debate com lideranças políticas antes de qualquer anúncio público. “Não é chegar e colocar goela abaixo de todo mundo”, criticou.
O pastor também voltou suas críticas à esquerda, que definiu como uma “máquina de fake news”. Segundo ele, grupos ligados ao governo Lula costumam atacar adversários por meio de campanhas de desgaste e narrativas falsas. No caso de Flávio Bolsonaro, porém, Malafaia afirmou não ter visto esse tipo de reação. (continua)
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Ao final, Malafaia apresentou sua proposta para a disputa presidencial. Ele defendeu uma chapa encabeçada por Tarcísio de Freitas, tendo Michelle Bolsonaro como vice.
Segundo o pastor, a ex-primeira-dama reúne características eleitorais relevantes, como forte apoio entre evangélicos, identificação com mulheres conservadoras e origem nordestina. “Não sou dono da verdade, é a minha percepção. Para ganhar uma eleição, a chapa mais forte seria Tarcísio e Michelle”, concluiu. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles; Poder360)
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