
Mesmo com os passaportes bloqueados por ordem de Alexandre de Moraes, do STF, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) embarcou para os Estados Unidos na noite de terça-feira (23), sendo visto em um voo com destino a Miami. A decisão judicial que restringe sua saída do país foi referendada pela Primeira Turma do Supremo.
Segundo reportagem do UOL, o parlamentar embarcou em Manaus e chegou a ser abordado por comissários de bordo, que o “tietaram”. Ele teria apresentado um passaporte vermelho, característico do modelo diplomático.
Documentos da alfândega americana confirmam que Do Val ingressou nos EUA em 23 de julho de 2025. Em contato com o UOL, o senador admitiu que está em solo americano e contestou a legalidade da decisão do Supremo:
“Só poderiam tirar meu passaporte diplomático se eu tivesse sido acusado, condenado e perdesse o mandato. Isso não aconteceu. Quem violou a Constituição foram eles [os ministros]”, afirmou.
Do Val é alvo de investigação por supostamente divulgar informações sigilosas, integrar organização criminosa, tentar abolir o Estado democrático de Direito, articular um golpe de Estado e por associação criminosa.
Em março, o Supremo rejeitou recurso do senador que tentava reaver os documentos. Conforme apurado pela Polícia Federal, o passaporte comum foi apreendido em agosto de 2024. Já o diplomático continuou em posse do parlamentar, embora ele alegue que não estava com o documento.
O Itamaraty declarou não ter sido notificado sobre a viagem do senador e que a responsabilidade é da PF. “Se havia um bloqueio, como eu saí do país? Perguntem à Polícia Federal”, desafiou Do Val. Ele também declarou ao veículo: “Isso mostra que Alexandre está derrotado. Acabou Alexandre. A decisão é ilegal”. (Foto: Ag. Senado; Fonte: UOL)
E mais:
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Documentos da alfândega americana confirmam que Do Val ingressou nos EUA em 23 de julho de 2025. Em contato com o UOL, o senador admitiu que está em solo americano e contestou a legalidade da decisão do Supremo:
“Só poderiam tirar meu passaporte diplomático se eu tivesse sido acusado, condenado e perdesse o mandato. Isso não aconteceu. Quem violou a Constituição foram eles [os ministros]”, afirmou.
Do Val é alvo de investigação por supostamente divulgar informações sigilosas, integrar organização criminosa, tentar abolir o Estado democrático de Direito, articular um golpe de Estado e por associação criminosa.
Em março, o Supremo rejeitou recurso do senador que tentava reaver os documentos. Conforme apurado pela Polícia Federal, o passaporte comum foi apreendido em agosto de 2024. Já o diplomático continuou em posse do parlamentar, embora ele alegue que não estava com o documento.
O Itamaraty declarou não ter sido notificado sobre a viagem do senador e que a responsabilidade é da PF. “Se havia um bloqueio, como eu saí do país? Perguntem à Polícia Federal”, desafiou Do Val. Ele também declarou ao veículo: “Isso mostra que Alexandre está derrotado. Acabou Alexandre. A decisão é ilegal”. (Foto: Ag. Senado; Fonte: UOL)
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