Mauro Cid deixa audiência no STF sem tornozeleira eletrônica

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), retirou, nesta segunda-feira (3/10), a tornozeleira eletrônica, após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele usou o monitoramento por quase dois anos.

Cid saiu da audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) já sem a tornozeleira. A expectativa é de que ele comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista.

O militar foi julgado em 12 de setembro, junto com Bolsonaro e outros aliados, no processo que apura a tentativa de golpe de Estado.

Diferentemente de Bolsonaro e de outros condenados, Cid recebeu pena mais branda por ter firmado um acordo de delação premiada, o que resultou em sua condenação a dois anos de reclusão em regime inicial aberto.

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Mauro Cid deixa o STF após retirada da tornozeleira eletrônica

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

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A expectativa é de que Mauro Cid comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

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Mauro Cid deixa audiência no STF sem tornozeleira eletrônica

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Bolsonaro e seu ajudante de ordens à época do governo

Rafaela Felicciano/Metrópoles

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Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro

Vinícius Schmidt/Metrópoles

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Mauro Cid e o advogado César Bittencourt durante julgamento no STF

Fellipe Sampaio/STF

7 de 8Vinícius Schmidt/Metrópoles
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Jair Bolsonaro e Mauro Cid

Reprodução

Trama golpista

Cid assumiu papel central nas investigações da Operação Kit Preta. Foi a partir do conteúdo encontrado em seu celular que a Polícia Federal localizou a chamada “minuta do golpe”, documento que deu origem às apurações.

O plano, batizado de “Copa 2022”, previa a intervenção no resultado das eleições presidenciais daquele ano, com o objetivo de impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e manter Bolsonaro no poder.

Delação premiada

No acordo de delação firmado com o STF em setembro de 2023, Cid confirmou detalhes do plano golpista e apontou os principais articuladores do esquema.

Ele também relatou que Bolsonaro ordenou o monitoramento do ministro Alexandre de Moraes, do STF.



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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), retirou, nesta segunda-feira (3/10), a tornozeleira eletrônica, após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele usou o monitoramento por quase dois anos.

Cid saiu da audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) já sem a tornozeleira. A expectativa é de que ele comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista.

O militar foi julgado em 12 de setembro, junto com Bolsonaro e outros aliados, no processo que apura a tentativa de golpe de Estado.

Diferentemente de Bolsonaro e de outros condenados, Cid recebeu pena mais branda por ter firmado um acordo de delação premiada, o que resultou em sua condenação a dois anos de reclusão em regime inicial aberto.

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Mauro Cid deixa o STF após retirada da tornozeleira eletrônica

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A expectativa é de que Mauro Cid comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista

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Bolsonaro e seu ajudante de ordens à época do governo

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Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro

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Mauro Cid e o advogado César Bittencourt durante julgamento no STF

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Jair Bolsonaro e Mauro Cid

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Trama golpista

Cid assumiu papel central nas investigações da Operação Kit Preta. Foi a partir do conteúdo encontrado em seu celular que a Polícia Federal localizou a chamada “minuta do golpe”, documento que deu origem às apurações.

O plano, batizado de “Copa 2022”, previa a intervenção no resultado das eleições presidenciais daquele ano, com o objetivo de impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e manter Bolsonaro no poder.

Delação premiada

No acordo de delação firmado com o STF em setembro de 2023, Cid confirmou detalhes do plano golpista e apontou os principais articuladores do esquema.

Ele também relatou que Bolsonaro ordenou o monitoramento do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

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