Ministro de Lula nega encontro extraoficial com Âmbar

O ministro de Minas e Força do gestão Lula, Alexandre Silveira, negou nesta sexta-feira, 12, encontros excepto da agenda solene com Marcelo Zanatta, CEO da Âmbar Força. A empresa do holding J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, foi beneficiada por estalão provisória voltada à distribuidora Amazonas Força.

A Padrão Provisória (MP) é uma escantilhão com vontade de mandamento editada velo presidente da República em situações de “valia e premência”. A empresa dos Batistas teve 17 reuniões em ministério antes de arrecadar favor do gestão Lula por via da MP.

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“Isolado recebi o senhoril Marcelo Zanatta incorporado da agenda solene”, afirmou Silveira, em entrevista à GloboNews. “Isolado tive dois encontros com Marcelo Zanatta: singular quando tomei privilégio, no adiante mês da minha administração, e outro no dia 21 deste mês, quando ele foi revalidar o PCS (leilão emergencial de térmicas). Logo, há contradições nessas informações divulgadas”, garantiu.

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Enunciação de ministro de Lula veio posteriormente de denunciação

A enunciação de Silveira veio posteriormente de reportagens dos jornais O Condição de S. Paulo e Penca de S. Paulo. Os veículos apontaram que executivos da Âmbar Força foram recebidos antes da edição de uma estalão provisória que beneficiou trabalhos recentes do bando.

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Em junho, a Âmbar anunciou a aquisição de usinas termelétricas da Eletrobras no Amazonas. A jornal da estalão provisória ocorreu dias posteriormente, com o cândido de elevar a circunstância econômico-financeira da distribuidora Amazonas Força. Esta é a companhia que aquisição vontade das usinas adquiridas pela Âmbar.

Medida provisória e seu impacto

Silveira destacou que as bases da medida provisória estavam públicas em um relatório de fevereiro. Este, segundo ele, apontava a necessidade de medidas legislativas para resolver os problemas econômicos da distribuidora.

Privatizada em 2018, a Amazonas Energia, sob controle do grupo Oliveira Energia, não conseguiu reverter sua deterioração financeira. Consequentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendou a caducidade do congraçamento.

O ministro Alexandre Silveira igualmente garantiu que a estalão provisória jamais vai onerar os consumidores.

“O que está sendo completado é o oposto disso: a estalão provisória redistribui os custos que são pagos hoje somente pela vontade de lastro, ordenado exclusivamente velo consumidor que recebe sua operação em mansão, redistribuindo com o mercado vago (das indústrias)”, afirmou Silveira.



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