Ministro do Trabalho diz que escala 6×1 é ‘perversa’ – Jovem Pan

Luiz Marinho também afirmou que o poder de negociação dos sindicatos deve ser reestabelecida

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro também questionou a quantidade de horas trabalhadas em determinados setores

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou durante sessão na Câmara dos Deputados, durante debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 nesta segunda-feira (10), afirmou que o modelo de trabalho é “perverso”. Falando no púlpito, Marinho disse que todos falaram que a jornada 6×1 é “perversa, em especial para as mulheres”. O ministro também afirmou que o poder de negociação dos sindicatos deve ser reestabelecida, no que ele chamou de “preconceito” contra sindicatos de trabalhadores. O ministro também questionou a quantidade de horas trabalhadas em determinados setores. “É preciso que um supermercado trabalhe 24 horas por dia?”, questionou. Ele afirmou que o que leva a esse cenário é “ânsia da concorrência de quem pode mais”.

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Ele também reconheceu o receio do mercado em adotar a redução da jornada de trabalho, mas ressaltou que empresas já adotam jornadas de 36 horas por semana. O projeto de autoria da deputa Erika Hilton (Psol-SP) já tramita na Casa e está sendo discutida pelo governo.



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Luiz Marinho também afirmou que o poder de negociação dos sindicatos deve ser reestabelecida

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência BrasilMinistro do Trabalho, Luiz Marinho, participa do programa Bom Dia, Ministro
O ministro também questionou a quantidade de horas trabalhadas em determinados setores

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou durante sessão na Câmara dos Deputados, durante debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 nesta segunda-feira (10), afirmou que o modelo de trabalho é “perverso”. Falando no púlpito, Marinho disse que todos falaram que a jornada 6×1 é “perversa, em especial para as mulheres”. O ministro também afirmou que o poder de negociação dos sindicatos deve ser reestabelecida, no que ele chamou de “preconceito” contra sindicatos de trabalhadores. O ministro também questionou a quantidade de horas trabalhadas em determinados setores. “É preciso que um supermercado trabalhe 24 horas por dia?”, questionou. Ele afirmou que o que leva a esse cenário é “ânsia da concorrência de quem pode mais”.

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Ele também reconheceu o receio do mercado em adotar a redução da jornada de trabalho, mas ressaltou que empresas já adotam jornadas de 36 horas por semana. O projeto de autoria da deputa Erika Hilton (Psol-SP) já tramita na Casa e está sendo discutida pelo governo.

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