Carlos Cesar Moretzsohn Rocha foi condenado a sete anos de prisão pela trama golpista no final do ano passado e fugiu do Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu, na segunda-feira (9), a extradição de Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, condenado a 7 anos e 6 meses de prisão – além de uma multa de R$ 30 mihões – por envolvimento na trama golpista durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele fugiu do Brasil e atualmente está no Reino Unido.
Logo após a condenação, no final do ano passado, Moraes havia determinado a prisão domiciliar de Carlos César. Porém, quando a Polícia Federal foi cumprir o mandado, não o encontrou. A PF descobriu que ele havia deixado o território nacional meses antes, em 26 de setembro, rumo ao Reino Unido.
Diante da fuga, o ministro do STF decretou a prisão preventiva e iniciou os trâmites internacionais para trazê-lo de volta ao Brasil.
Para aceitar o pedido, as autoridades britânicas exigiram do Brasil um documento complementar chamado “Modelo de Garantia”, que apresenta as condições do presídio onde o brasileiro ficará detido caso seja extraditado. Moraes confirmou que enviou todas as informações necessárias.
Em ofício enviado ao STF na quinta-feira (12), o Ministério da Justiça respondeu a Moraes confirmando que toda a documentação complementar já foi encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores. Agora, cabe ao Itamaraty fazer o contato diplomático oficial com o governo do Reino Unido para tentar garantir o retorno de Carlos Cézar ao Brasil.
*com informações da Agência Brasil
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha foi condenado a sete anos de prisão pela trama golpista no final do ano passado e fugiu do Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu, na segunda-feira (9), a extradição de Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, condenado a 7 anos e 6 meses de prisão – além de uma multa de R$ 30 mihões – por envolvimento na trama golpista durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele fugiu do Brasil e atualmente está no Reino Unido.
Logo após a condenação, no final do ano passado, Moraes havia determinado a prisão domiciliar de Carlos César. Porém, quando a Polícia Federal foi cumprir o mandado, não o encontrou. A PF descobriu que ele havia deixado o território nacional meses antes, em 26 de setembro, rumo ao Reino Unido.
Diante da fuga, o ministro do STF decretou a prisão preventiva e iniciou os trâmites internacionais para trazê-lo de volta ao Brasil.
Para aceitar o pedido, as autoridades britânicas exigiram do Brasil um documento complementar chamado “Modelo de Garantia”, que apresenta as condições do presídio onde o brasileiro ficará detido caso seja extraditado. Moraes confirmou que enviou todas as informações necessárias.
Em ofício enviado ao STF na quinta-feira (12), o Ministério da Justiça respondeu a Moraes confirmando que toda a documentação complementar já foi encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores. Agora, cabe ao Itamaraty fazer o contato diplomático oficial com o governo do Reino Unido para tentar garantir o retorno de Carlos Cézar ao Brasil.
*com informações da Agência Brasil
[/gpt3]
