
Parlamentares do Centrão conseguiram incluir na pauta da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (17), uma emenda aglutinativa à PEC da Imunidade (3/21) que prevê votação secreta para analisar a abertura de processos criminais contra deputados e senadores.
A proposta havia sido rejeitada no dia anterior, mas foi reinserida após manobra autorizada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Originalmente, o relatório do deputado Cláudio Cajado (PP-BA) já contemplava a possibilidade de voto secreto, mas um destaque do Partido Novo havia eliminado o dispositivo. Com a manobra, a previsão voltou à pauta.
Durante a discussão, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, criticou a decisão e anunciou que recorreria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ao STF. Em resposta, Motta rebateu: “É um direito de vossa excelência de ir ao Supremo, como vossa excelência faz quase que diariamente”.
🚨URGENTE – Hugo Motta confronta Lindbergh Farias e diz que ele vai ao STF diariamente
“É um direito de Vossa Excelência ir ao Supremo, como Vossa Excelência faz quase que diariamente” pic.twitter.com/nsIUoayxBb
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) September 17, 2025
A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) também se posicionou contra a inclusão: “Senti orgulho dessa Casa quando dissemos não ao voto secreto, agora subserviência e cabresto para votar em determinada agenda está errado. (…) E quando chego hoje e vejo um movimento em que tudo se justifica, me dá vergonha de novo. Presidente de partido ter foro privilegiado é uma vergonha, ao invés de reduzirmos o foro privilegiado estamos aumentando o foro”.
O PSOL também anunciou que entrará na Justiça contra a medida, mantendo a pressão contra a votação secreta. (Foto: TSE; Fonte: Gazeta do Povo)
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Parlamentares do Centrão conseguiram incluir na pauta da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (17), uma emenda aglutinativa à PEC da Imunidade (3/21) que prevê votação secreta para analisar a abertura de processos criminais contra deputados e senadores.
A proposta havia sido rejeitada no dia anterior, mas foi reinserida após manobra autorizada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Originalmente, o relatório do deputado Cláudio Cajado (PP-BA) já contemplava a possibilidade de voto secreto, mas um destaque do Partido Novo havia eliminado o dispositivo. Com a manobra, a previsão voltou à pauta.
Durante a discussão, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, criticou a decisão e anunciou que recorreria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ao STF. Em resposta, Motta rebateu: “É um direito de vossa excelência de ir ao Supremo, como vossa excelência faz quase que diariamente”.
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A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) também se posicionou contra a inclusão: “Senti orgulho dessa Casa quando dissemos não ao voto secreto, agora subserviência e cabresto para votar em determinada agenda está errado. (…) E quando chego hoje e vejo um movimento em que tudo se justifica, me dá vergonha de novo. Presidente de partido ter foro privilegiado é uma vergonha, ao invés de reduzirmos o foro privilegiado estamos aumentando o foro”.
O PSOL também anunciou que entrará na Justiça contra a medida, mantendo a pressão contra a votação secreta. (Foto: TSE; Fonte: Gazeta do Povo)
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