Nikolas insinua ligação de promotor que o denunciou com a esquerda

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou uma manifestação sugerindo que o promotor Renato Augusto de Mendonça, responsável por ajuizar a ação eleitoral que acusa o parlamentar e aliados de crimes eleitorais durante o segundo turno das eleições municipais de Belo Horizonte em 2024, teria vínculos com a esquerda.

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O parlamentar faz a alegação dizendo que o promotor foi um dos signatários de um manifesto contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em abril de 2016.

Para Nikolas, o documento, assinado por um grupo de membros do Ministério Público, “conclamava deputados federais a votarem contra a destituição de Dilma Rousseff no Congresso Nacional, e classificava o processo de impeachment como um “ataque à democracia” e um “retrocesso político”.

8 imagensO deputado federal Nikolas Ferreira  é aliado de BolsonaroO deputado federal Nikolas FerreiraEm 2025, Nikolas mira CCJ da CâmaraO deputado Nikolas Ferreira, em entrevista ao MetrópolesFechar modal.1 de 8

O deputado federal ficará no palco principal

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 8

O deputado federal Nikolas Ferreira é aliado de Bolsonaro

Reprodução3 de 8

O deputado federal Nikolas Ferreira

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto4 de 8

Em 2025, Nikolas mira CCJ da Câmara

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto5 de 8

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto6 de 8

O deputado Nikolas Ferreira, em entrevista ao Metrópoles

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto7 de 8

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto8 de 8

O deputado federal Nikolas Ferreira

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto

Em nota enviada ao Metrópoles, o parlamentar destacou que o manifesto está disponível na internet, mas que originalmente foi divulgado em sites de entidades vinculadas ao Ministério Público. A reportagem entrou em contato com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e aguarda posicionamento. O espaço para resposta segue aberto.

A denúncia aponta que Nikolas, outros dois deputados estaduais em exercício e uma militar reformada, disseminaram intencionalmente informações falsas contra o então candidato à reeleição para prefeito Fuad Jorge Noman Filho (hoje falecido).

 “Estão querendo me deixar inelegível porque denunciei um livro pornográfico do antigo prefeito de Belo Horizonte. Uai, não posso falar e denunciar mais não? É muita coincidência que só parlamentares de direita são perseguidos neste país”, disse Nikolas.

“Distorção”

De acordo com o MP, Nikolas e aliados distorceram uma obra literária de Fuad e o associaram falsamente a uma suposta exposição de crianças a conteúdo impróprio em um festival de quadrinhos promovido pela prefeitura. Ainda segundo o MP, o propósito dos denunciados era desqualificar Fuad e tirar vantagem política sobre o adversário no segundo turno.

“Os crimes de divulgação de fatos sabidamente inverídicos e difamação ocorreram nos últimos dias de campanha eleitoral por meio de rádio, televisão, internet e redes sociais, o que potencializou a disseminação da desinformação e das ofensas”, diz o MP.



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O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou uma manifestação sugerindo que o promotor Renato Augusto de Mendonça, responsável por ajuizar a ação eleitoral que acusa o parlamentar e aliados de crimes eleitorais durante o segundo turno das eleições municipais de Belo Horizonte em 2024, teria vínculos com a esquerda.

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Para Nikolas, o documento, assinado por um grupo de membros do Ministério Público, “conclamava deputados federais a votarem contra a destituição de Dilma Rousseff no Congresso Nacional, e classificava o processo de impeachment como um “ataque à democracia” e um “retrocesso político”.

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O deputado federal Nikolas Ferreira

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Em 2025, Nikolas mira CCJ da Câmara

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O deputado Nikolas Ferreira, em entrevista ao Metrópoles

Hugo Barreto/Metrópoles
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O deputado federal Nikolas Ferreira

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Em nota enviada ao Metrópoles, o parlamentar destacou que o manifesto está disponível na internet, mas que originalmente foi divulgado em sites de entidades vinculadas ao Ministério Público. A reportagem entrou em contato com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e aguarda posicionamento. O espaço para resposta segue aberto.

A denúncia aponta que Nikolas, outros dois deputados estaduais em exercício e uma militar reformada, disseminaram intencionalmente informações falsas contra o então candidato à reeleição para prefeito Fuad Jorge Noman Filho (hoje falecido).

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“Distorção”

De acordo com o MP, Nikolas e aliados distorceram uma obra literária de Fuad e o associaram falsamente a uma suposta exposição de crianças a conteúdo impróprio em um festival de quadrinhos promovido pela prefeitura. Ainda segundo o MP, o propósito dos denunciados era desqualificar Fuad e tirar vantagem política sobre o adversário no segundo turno.

“Os crimes de divulgação de fatos sabidamente inverídicos e difamação ocorreram nos últimos dias de campanha eleitoral por meio de rádio, televisão, internet e redes sociais, o que potencializou a disseminação da desinformação e das ofensas”, diz o MP.

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