
A influenciadora Aline Bardy Dutra, que se apresenta nas redes sociais como ‘Esquerdogata’, passou a ser investigada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por promover rifas virtuais em seus perfis.
Segundo a Promotoria de Justiça Criminal de Ribeirão Preto, a prática pode configurar contravenção penal, já que esse tipo de sorteio depende de autorização do Ministério da Fazenda.
De acordo com o promotor Paulo José Freire Teotônio, foi proposto um acordo para que Aline pague o equivalente a dez salários mínimos — cerca de R$ 14 mil — para encerrar o caso sem ação penal. (continua)
E mais!
O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas, sendo R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de pessoas jurídicas. Ao todo, 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de empresas têm valores a receber em dinheiro esquecido. Saiba mais!
(segue) O valor poderá ser parcelado e foi definido considerando o alcance e a influência da comunicadora. As apurações começaram em abril, meses antes de Aline ser presa por desacato a policiais militares em Ribeirão Preto, no fim de outubro. Na ocasião, um vídeo da abordagem viralizou, mostrando a influenciadora ofendendo agentes durante a ocorrência.
O promotor destacou a necessidade de responsabilização em casos desse tipo. “Redes sociais não podem ser terra de ninguém, onde vale tudo e não há controle. Apostas on-line têm parâmetros legais: é indispensável ter lastro monetário, ser pessoa jurídica, recolher os impostos devidos, haver destinação social e ter mecanismos de checagem e fiscalização”, afirmou Teotônio ao Metrópoles.
Professora, comunicadora e militante política de esquerda, Aline Bardy Dutra acumula mais de 800 mil seguidores em suas redes. Em seus perfis, costuma publicar vídeos e análises sobre temas sociais e econômicos, críticas ao mercado financeiro.
Além da atuação política, Aline também mantém uma loja de produtos personalizados, como roupas e copos, que, segundo ela, foi criada para “fortalecer a luta coletiva” e disseminar ideias da esquerda de forma “criativa, acessível e autêntica”. (Foto: redes sociais; Fonte: Metrópoles)
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A influenciadora Aline Bardy Dutra, que se apresenta nas redes sociais como ‘Esquerdogata’, passou a ser investigada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por promover rifas virtuais em seus perfis.
Segundo a Promotoria de Justiça Criminal de Ribeirão Preto, a prática pode configurar contravenção penal, já que esse tipo de sorteio depende de autorização do Ministério da Fazenda.
De acordo com o promotor Paulo José Freire Teotônio, foi proposto um acordo para que Aline pague o equivalente a dez salários mínimos — cerca de R$ 14 mil — para encerrar o caso sem ação penal. (continua)
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O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas, sendo R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de pessoas jurídicas. Ao todo, 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de empresas têm valores a receber em dinheiro esquecido. Saiba mais!
(segue) O valor poderá ser parcelado e foi definido considerando o alcance e a influência da comunicadora. As apurações começaram em abril, meses antes de Aline ser presa por desacato a policiais militares em Ribeirão Preto, no fim de outubro. Na ocasião, um vídeo da abordagem viralizou, mostrando a influenciadora ofendendo agentes durante a ocorrência.
O promotor destacou a necessidade de responsabilização em casos desse tipo. “Redes sociais não podem ser terra de ninguém, onde vale tudo e não há controle. Apostas on-line têm parâmetros legais: é indispensável ter lastro monetário, ser pessoa jurídica, recolher os impostos devidos, haver destinação social e ter mecanismos de checagem e fiscalização”, afirmou Teotônio ao Metrópoles.
Professora, comunicadora e militante política de esquerda, Aline Bardy Dutra acumula mais de 800 mil seguidores em suas redes. Em seus perfis, costuma publicar vídeos e análises sobre temas sociais e econômicos, críticas ao mercado financeiro.
Além da atuação política, Aline também mantém uma loja de produtos personalizados, como roupas e copos, que, segundo ela, foi criada para “fortalecer a luta coletiva” e disseminar ideias da esquerda de forma “criativa, acessível e autêntica”. (Foto: redes sociais; Fonte: Metrópoles)
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