O pai de Juliana Marins, jovem brasileira que morreu após queda durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, Manoel Marins, contou durante o velório, nesta sexta-feira (4/7), que a morte da filha não foi em vão e que as autoridades do país “estão revendo os protocolos” para evitar outras mortes.
“Se a Defesa Civil tivesse sido acionada imediatamente, certamente, daria tempo de chegarem lá. Só que foi acionada tardiamente. Os protocolos do parque são muito ruins, muito mal feitos”, criticou.
Velório
- O corpo de Juliana Marins, de 26 anos, será velado e cremado nesta sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
- A cerimônia ecomeçou às 10h e se estender até as 12h. Nesse período, será aberta ao público. Depois, a cerimônia será restrita a familiares e amigos, que se despedirão da brasileira, sendo finalizada às 15h.
- Juliana morreu após cair no vulcão Rinjani, na Indonésia, no último dia 21 de junho. A chegada do corpo ao Brasil aconteceu na terça-feira (1º/7).
Segundo Manoel, quando o parque responsável pela trilha no Monte Rinjani entrou em contato com a Defesa Civil da Indonésia, “já era tarde demais”.
“Era muito íngreme (local da queda). Certamente, Juliana não aguentaria muito tempo ficando ali, com aquele declive tão grande, mas, se a Defesa Civil tivesse sido acionada imediatamente, daria tempo”, avaliou Manoel.
Ele contou que conversou com a governadora de Lombok e soube também, pela embaixada brasileira, “que o próprio governo central da Indonésia está revendo os protocolos”.
“Eu disse para ela: ‘Se vocês conseguirem fazer essa revisão dos protocolos e evitar que novas mortes aconteçam, eu vou sentir que a vida da Juliana, a morte da Juliana, não foi em vão, porque ela certamente evitará muitas outras’”, ressaltou Manoel.
O corpo de Juliana passou por nova autópsia, realizada no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (2/7). A expectativa é esclarecer pontos ainda nebulosos sobre a causa da morte.
O corpo de Juliana será cremado após a cerimônia de despedida.
Quem era a brasileira
Juliana Marins era publicitária e compartilhava nas suas redes sociais diversas experiências em outros países.
Juliana tinha um perfil com mais de 20 mil seguidores nas plataformas digitais. Segundo sua conta no LinkedIn, a jovem já trabalhou em empresas do Grupo Globo, como Multishow e Canal Off.
Além disso, formou-se em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fez cursos de fotografia, roteiro e direção de cinema.
Juliana também era dançarina profissional de pole dance e costumava se apresentar artisticamente. Ela compartilhava os registros de suas performances nas redes.
O pai de Juliana Marins, jovem brasileira que morreu após queda durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, Manoel Marins, contou durante o velório, nesta sexta-feira (4/7), que a morte da filha não foi em vão e que as autoridades do país “estão revendo os protocolos” para evitar outras mortes.
“Se a Defesa Civil tivesse sido acionada imediatamente, certamente, daria tempo de chegarem lá. Só que foi acionada tardiamente. Os protocolos do parque são muito ruins, muito mal feitos”, criticou.
Velório
- O corpo de Juliana Marins, de 26 anos, será velado e cremado nesta sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
- A cerimônia ecomeçou às 10h e se estender até as 12h. Nesse período, será aberta ao público. Depois, a cerimônia será restrita a familiares e amigos, que se despedirão da brasileira, sendo finalizada às 15h.
- Juliana morreu após cair no vulcão Rinjani, na Indonésia, no último dia 21 de junho. A chegada do corpo ao Brasil aconteceu na terça-feira (1º/7).
Segundo Manoel, quando o parque responsável pela trilha no Monte Rinjani entrou em contato com a Defesa Civil da Indonésia, “já era tarde demais”.
“Era muito íngreme (local da queda). Certamente, Juliana não aguentaria muito tempo ficando ali, com aquele declive tão grande, mas, se a Defesa Civil tivesse sido acionada imediatamente, daria tempo”, avaliou Manoel.
Ele contou que conversou com a governadora de Lombok e soube também, pela embaixada brasileira, “que o próprio governo central da Indonésia está revendo os protocolos”.
“Eu disse para ela: ‘Se vocês conseguirem fazer essa revisão dos protocolos e evitar que novas mortes aconteçam, eu vou sentir que a vida da Juliana, a morte da Juliana, não foi em vão, porque ela certamente evitará muitas outras’”, ressaltou Manoel.
O corpo de Juliana passou por nova autópsia, realizada no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (2/7). A expectativa é esclarecer pontos ainda nebulosos sobre a causa da morte.
O corpo de Juliana será cremado após a cerimônia de despedida.
Quem era a brasileira
Juliana Marins era publicitária e compartilhava nas suas redes sociais diversas experiências em outros países.
Juliana tinha um perfil com mais de 20 mil seguidores nas plataformas digitais. Segundo sua conta no LinkedIn, a jovem já trabalhou em empresas do Grupo Globo, como Multishow e Canal Off.
Além disso, formou-se em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fez cursos de fotografia, roteiro e direção de cinema.
Juliana também era dançarina profissional de pole dance e costumava se apresentar artisticamente. Ela compartilhava os registros de suas performances nas redes.
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