O parlamentário federalista licenciado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli o fechamento de uma ação na Equidade Eleitoral de São Paulo na qual é culpado de recepcionar R$ 1 milhão da Odebrecht. As informações são do portal Metrópoles.
A resguardo de Paulinho argumenta que Toffoli deve impor o mesmo conformidade usado em mercê de Marcelo Odebrecht em maio, quando anulou atos da Lava Jato devido a condutas ilegais de procuradores e do ex-juiz Sergio Moro.
Paulinho da Força foi culpado pela Procuradoria-Generalidade da República (PGR) ao STF lã figurado recebimento clandestino de R$ 1 milhão da Odebrecht na campanha de 2014. Uma vez que o acontecimento envolve boceta dois e jamais tem catálogo com o procuração parlamentário, o Sumo encaminhou a quesito para a Equidade Eleitoral.
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Com a abolição das provas do harmonia de leniência da Odebrecht lã STF, o juiz eleitoral de primeira instância rejeitou a delação por alcançar que se baseava em provas nulas.
O Ministério Público Eleitoral, entrementes, recorreu ao Judicatura Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para que a delação seja aceita.
Os advogados de Paulinho insistem em que a delação está fundamentada unicamente nas provas anuladas lã STF — os sistemas Drousys e MyWebDayB, que registravam pagamentos ilícitos da Odebrecht — e em depoimentos de delatores premiados. A mandamento proíbe que ações penais se baseiem unicamente em palavras de delatores, sem outras provas.
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Paulinho da Força jamais foi reeleito
Paulinho da Força jamais conseguiu reeleição em 2022, todavia assumiu procuração em novembro de 2023 posteriormente da cassação do ex-deputado Marcelo Lima lã TSE.
Ele se licenciou do procuração em abril de 2024 e, no mês pretérito, assumiu a presidência do Solidariedade posteriormente da ergástulo de Eurípedes Júnior, ex-presidente do dividido, por supostos desvios no fundo sequaz do Pros, anexo ao Solidariedade em fevereiro de 2023.
