PF aponta três caminhos para desvios de verba da Codevasf por ministro das Comunicações – Jovem Pan

A investigação apura a pavimentação de estrada que beneficiava propriedades de Juscelino Rebento, pagamentos a terceiros e a contratação de uma empresa suspeita de ser de propriedade do ministro, o que sua assessoria nega

Isac Nóbrega/MCom
A relação de Juscelino Rebento com o empresário Eduardo José Barros Costa, responsável pela Construservice, é o ponto medial da investigação

O ministro das Comunicações, Juscelino Rebento, é investigado pela Polícia Federalista, que apura três possíveis caminhos utilizados para desviar valores de contratos da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) na reta final da apuração. O ministro é suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida em desvios de moeda em obras da estatal na cidade de Vitorino Freire, comandada por sua mana, Luanna Rezende. Os contratos foram financiados com emendas parlamentares quando ele era deputado.

Os três caminhos investigados incluem a pavimentação de uma estrada que beneficiava propriedades do ministro, indicações de pagamentos a terceiros e a contratação de uma empresa suspeita de ser de sua propriedade. A assessoria de Juscelino Rebento afirmou que ele é vítima de uma delação injusta e está interessado em esclarecer o tema rapidamente.

cta_logo_jp

Siga o meato da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

Segundo a Polícia Federalista, o grupo investigado, era estruturado para captar, direcionar e desviar recursos públicos, além de fraudar licitações. O sindicância foi lhano em janeiro de 2023 e, depois passar pelo STF, a PF realizou a operação Benesse em setembro de 2023, com buscas nos endereços da mana do ministro. O ministro Luís Roberto Barroso negou buscas contra Juscelino Rebento.

Com a presidência do STF assumida por Barroso, o caso ficou parado até o ministro Flávio Dino assumir a relatoria e restituir o sindicância para a PF em março deste ano. Posteriormente a restituição, a PF intimou Juscelino para prestar prova nos próximos dias. O interrogatório do ministro e de outros investigados marca a proximidade do término da investigação.

A relação de Juscelino Rebento com o empresário Eduardo José Barros Costa, responsável pela Construservice, é o ponto medial da investigação. A PF suspeita que a empresa seja do próprio ministro por meio de laranjas. A empresa foi contratada para uma obra em Vitorino Freire custeada com emendas do logo deputado. A PF encontrou mensagens entre Juscelino e Eduardo DP solicitando pagamentos à empresa.

*Reportagem produzida com auxílio de IA



<

A investigação apura a pavimentação de estrada que beneficiava propriedades de Juscelino Rebento, pagamentos a terceiros e a contratação de uma empresa suspeita de ser de propriedade do ministro, o que sua assessoria nega

Isac Nóbrega/MComJuscelino Filho
A relação de Juscelino Rebento com o empresário Eduardo José Barros Costa, responsável pela Construservice, é o ponto medial da investigação

O ministro das Comunicações, Juscelino Rebento, é investigado pela Polícia Federalista, que apura três possíveis caminhos utilizados para desviar valores de contratos da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) na reta final da apuração. O ministro é suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida em desvios de moeda em obras da estatal na cidade de Vitorino Freire, comandada por sua mana, Luanna Rezende. Os contratos foram financiados com emendas parlamentares quando ele era deputado.

Os três caminhos investigados incluem a pavimentação de uma estrada que beneficiava propriedades do ministro, indicações de pagamentos a terceiros e a contratação de uma empresa suspeita de ser de sua propriedade. A assessoria de Juscelino Rebento afirmou que ele é vítima de uma delação injusta e está interessado em esclarecer o tema rapidamente.

cta_logo_jp

Siga o meato da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

Segundo a Polícia Federalista, o grupo investigado, era estruturado para captar, direcionar e desviar recursos públicos, além de fraudar licitações. O sindicância foi lhano em janeiro de 2023 e, depois passar pelo STF, a PF realizou a operação Benesse em setembro de 2023, com buscas nos endereços da mana do ministro. O ministro Luís Roberto Barroso negou buscas contra Juscelino Rebento.

Com a presidência do STF assumida por Barroso, o caso ficou parado até o ministro Flávio Dino assumir a relatoria e restituir o sindicância para a PF em março deste ano. Posteriormente a restituição, a PF intimou Juscelino para prestar prova nos próximos dias. O interrogatório do ministro e de outros investigados marca a proximidade do término da investigação.

A relação de Juscelino Rebento com o empresário Eduardo José Barros Costa, responsável pela Construservice, é o ponto medial da investigação. A PF suspeita que a empresa seja do próprio ministro por meio de laranjas. A empresa foi contratada para uma obra em Vitorino Freire custeada com emendas do logo deputado. A PF encontrou mensagens entre Juscelino e Eduardo DP solicitando pagamentos à empresa.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

[/gpt3]

NOTÍCIA