
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, revelou nesta quarta-feira (29) que a corporação teve conhecimento prévio da operação conduzida pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, mas decidiu não integrá-la após analisar o planejamento e concluir que a ação não correspondia aos protocolos operacionais da PF.
A declaração contrasta com a informação divulgada anteriormente pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que afirmou que o governo federal não havia sido comunicado sobre a operação.
Finanças e Economia
O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões de ‘dinheiro esquecido’ ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas. Saiba mais!
O Pix Parcelado, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos, ainda enfrenta impasses antes de sair do papel. Saiba detalhes!
“Houve um contato ao nível operacional informando que haveria uma grande operação e se a Polícia Federal teria alguma possibilidade de atuação. Nossa equipe no Rio analisou o planejamento e entendeu que não era o tipo de operação compatível com a forma como a PF atua”, explicou Andrei Rodrigues.
O diretor-geral destacou que a corporação não recebeu detalhes sobre o dia nem sobre o escopo completo da operação, que envolvia mais de 100 mandados de prisão expedidos pela Justiça fluminense. “Não tínhamos atribuição legal para participar e, portanto, não fazia sentido integrar a ação”, completou.
Durante a entrevista, o ministro Lewandowski interrompeu Rodrigues neste momento e disse que operações desse porte devem ser comunicadas entre autoridades de alto escalão.
“Uma operação desse porte não pode ser acordada entre o segundo ou o terceiro escalão. Se envolvesse o governo federal, o presidente da República, o vice-presidente em exercício, o ministro da Justiça ou o diretor-geral da PF deveriam ser formalmente avisados”, afirmou.
A megaoperação mobilizou cerca de 2.500 policiais civis e militares e teve como alvo líderes do Comando Vermelho que atuavam nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro.
Gostou? Compartilhe!


O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, revelou nesta quarta-feira (29) que a corporação teve conhecimento prévio da operação conduzida pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, mas decidiu não integrá-la após analisar o planejamento e concluir que a ação não correspondia aos protocolos operacionais da PF.
A declaração contrasta com a informação divulgada anteriormente pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que afirmou que o governo federal não havia sido comunicado sobre a operação.
Finanças e Economia
O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões de ‘dinheiro esquecido’ ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas. Saiba mais!
O Pix Parcelado, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos, ainda enfrenta impasses antes de sair do papel. Saiba detalhes!
“Houve um contato ao nível operacional informando que haveria uma grande operação e se a Polícia Federal teria alguma possibilidade de atuação. Nossa equipe no Rio analisou o planejamento e entendeu que não era o tipo de operação compatível com a forma como a PF atua”, explicou Andrei Rodrigues.
O diretor-geral destacou que a corporação não recebeu detalhes sobre o dia nem sobre o escopo completo da operação, que envolvia mais de 100 mandados de prisão expedidos pela Justiça fluminense. “Não tínhamos atribuição legal para participar e, portanto, não fazia sentido integrar a ação”, completou.
Durante a entrevista, o ministro Lewandowski interrompeu Rodrigues neste momento e disse que operações desse porte devem ser comunicadas entre autoridades de alto escalão.
“Uma operação desse porte não pode ser acordada entre o segundo ou o terceiro escalão. Se envolvesse o governo federal, o presidente da República, o vice-presidente em exercício, o ministro da Justiça ou o diretor-geral da PF deveriam ser formalmente avisados”, afirmou.
A megaoperação mobilizou cerca de 2.500 policiais civis e militares e teve como alvo líderes do Comando Vermelho que atuavam nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro.
Gostou? Compartilhe!
[/gpt3]
