
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (12), um estudante universitário acusado de enviar mensagens de morte ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no interior do Espírito Santo.
No mesmo dia, outro jovem foi demitido da empresa em que trabalhava após escrever nas redes sociais que desejava o falecimento do parlamentar.
No primeiro caso, a prisão ocorreu em flagrante depois de uma representação apresentada por Nikolas. O suspeito teria feito publicações nas redes sociais na véspera da viagem do deputado ao Espírito Santo, estado onde ele reside.
A cidade não foi informada. O estudante, identificado como Adalto Gaigher, foi levado à Delegacia da PF em São Mateus, assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência e foi liberado com a obrigação de comparecer à Justiça.
Nikolas comentou o episódio em vídeo publicado em suas redes: “Pessoal, dias difíceis, fiquei um tempo aqui fora dos stories. Cheguei no Espírito Santo hoje cedo, sei que a pessoa que me ameaçou é daqui. Mas quero agradecer a Polícia Federal, ao gabinete do deputado [Lucas] Polese, que está me levando para Linhares e me deu todo o suporte”.
Ele ainda afirmou que as intimidações não são recentes: “As pessoas falam coisas e não querem arcar com as consequências, se dizem arrependidas, pedem desculpas, mas desejavam a minha morte desde 2023”.
Já no segundo caso, um estudante de Direito identificado como Pedro Bala respondeu a uma publicação do parlamentar sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, ocorrido nesta semana em Utah, nos Estados Unidos.
O jovem comentou: “Que você seja o próximo”. Após a repercussão, a empresa Next Generation of Lawyers anunciou a demissão do estudante. Nikolas elogiou a decisão: segundo ele, a instituição tomou a “medida correta e justa”.
Quero parabenizar a instituição por tomar essa medida correta e justa contra o estudante da USP que desejou que eu fosse o próximo a ser morto. Minha família e eu agradecemos. pic.twitter.com/7aJGdVHgnD
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 11, 2025
A esquerda forma assassinos, imorais e sem alma. Estudantes que querem matar ou concordam em matar seus opositores políticos. Já mobilizei todos os instrumentos jurídicos e de segurança contra eles. Se querem guerra, conseguiram. pic.twitter.com/COwN6tMnCA
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 11, 2025
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A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (12), um estudante universitário acusado de enviar mensagens de morte ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no interior do Espírito Santo.
No mesmo dia, outro jovem foi demitido da empresa em que trabalhava após escrever nas redes sociais que desejava o falecimento do parlamentar.
No primeiro caso, a prisão ocorreu em flagrante depois de uma representação apresentada por Nikolas. O suspeito teria feito publicações nas redes sociais na véspera da viagem do deputado ao Espírito Santo, estado onde ele reside.
A cidade não foi informada. O estudante, identificado como Adalto Gaigher, foi levado à Delegacia da PF em São Mateus, assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência e foi liberado com a obrigação de comparecer à Justiça.
Nikolas comentou o episódio em vídeo publicado em suas redes: “Pessoal, dias difíceis, fiquei um tempo aqui fora dos stories. Cheguei no Espírito Santo hoje cedo, sei que a pessoa que me ameaçou é daqui. Mas quero agradecer a Polícia Federal, ao gabinete do deputado [Lucas] Polese, que está me levando para Linhares e me deu todo o suporte”.
Ele ainda afirmou que as intimidações não são recentes: “As pessoas falam coisas e não querem arcar com as consequências, se dizem arrependidas, pedem desculpas, mas desejavam a minha morte desde 2023”.
Já no segundo caso, um estudante de Direito identificado como Pedro Bala respondeu a uma publicação do parlamentar sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, ocorrido nesta semana em Utah, nos Estados Unidos.
O jovem comentou: “Que você seja o próximo”. Após a repercussão, a empresa Next Generation of Lawyers anunciou a demissão do estudante. Nikolas elogiou a decisão: segundo ele, a instituição tomou a “medida correta e justa”.
Quero parabenizar a instituição por tomar essa medida correta e justa contra o estudante da USP que desejou que eu fosse o próximo a ser morto. Minha família e eu agradecemos. pic.twitter.com/7aJGdVHgnD
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 11, 2025
A esquerda forma assassinos, imorais e sem alma. Estudantes que querem matar ou concordam em matar seus opositores políticos. Já mobilizei todos os instrumentos jurídicos e de segurança contra eles. Se querem guerra, conseguiram. pic.twitter.com/COwN6tMnCA
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) September 11, 2025
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