Presidente da Câmara rompe com líder do PL; saiba motivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comunicou o rompimento com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), por meio de uma mensagem enviada via WhatsApp às 2h da madrugada na semana passada.

“Não conte mais comigo para nada”, disse Motta ao pastor, que respondeu que, por respeito à amizade, preferia não comentar. A reportagem é da Folha de SP.

Os dois parlamentares não se falam há uma semana. Este é o segundo rompimento recente de Motta com lideranças partidárias na Casa. Na segunda-feira (24), ele já havia declarado à Folha de S.Paulo que não tinha mais “interesse em nenhum tipo de relação com o deputado Lindbergh Farias (PT)”, líder do Partido dos Trabalhadores. (continua)

E mais: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro. Já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Clique AQUI para ver.

O motivo mais recente do atrito envolve as discussões sobre o projeto de lei antifacção, aprovado pela Câmara na semana passada.

O deputado Lindbergh se posicionou contra a escolha do relator da proposta, Guilherme Derrite (PP-SP), enquanto Sóstenes também apresentou divergências durante os debates.

O texto discutido pretendia equiparar facções criminosas a grupos terroristas, gerando tensões entre os partidos. Para evitar o impasse, Derrite chegou a retirar o tema do projeto, mas Sóstenes apresentou um destaque para reinseri-lo.

Em reunião que contou com a presença de outras lideranças e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que apoiava a inclusão do tema, Motta pediu ao líder do PL que retirasse a proposta. A conversa se tornou acalorada.

Segundo reportagem da Folha, Sóstenes teria perguntado: “E o que você me oferece em troca? Coloca o projeto do [deputado] Danilo Fortes [sobre antiterrorismo] para votar?”. Motta respondeu que não poderia se comprometer, e Sóstenes manteve o destaque.

No plenário, o presidente da Câmara barrou de ofício o destaque de Sóstenes, alegando que era inconstitucional, mantendo o projeto do PL fora do texto final. Na madrugada seguinte, Motta enviou a mensagem oficializando o rompimento.

O presidente da Câmara disse a interlocutores que respeita Sóstenes, mas criticou o comportamento do líder do PL e de Lindbergh, que, segundo ele, “adoram gerar caos semanal nas votações, levando a Câmara a desgastes desnecessários”.

Apesar das divergências, Motta ressaltou que os dois líderes são amigos, e, em sua visão, chegam a combinar até o momento de conflito para garantir destaque na mídia, que frequentemente os convida para debates. E mais: Bolsonaro teve crise de soluço na prisão e precisou de auxílio; saiba detalhes. Clique AQUI para ver. (Foto; Ag. Câmara; Fonte: Folha de SP)

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comunicou o rompimento com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), por meio de uma mensagem enviada via WhatsApp às 2h da madrugada na semana passada.

“Não conte mais comigo para nada”, disse Motta ao pastor, que respondeu que, por respeito à amizade, preferia não comentar. A reportagem é da Folha de SP.

Os dois parlamentares não se falam há uma semana. Este é o segundo rompimento recente de Motta com lideranças partidárias na Casa. Na segunda-feira (24), ele já havia declarado à Folha de S.Paulo que não tinha mais “interesse em nenhum tipo de relação com o deputado Lindbergh Farias (PT)”, líder do Partido dos Trabalhadores. (continua)

E mais: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro. Já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Clique AQUI para ver.

O motivo mais recente do atrito envolve as discussões sobre o projeto de lei antifacção, aprovado pela Câmara na semana passada.

O deputado Lindbergh se posicionou contra a escolha do relator da proposta, Guilherme Derrite (PP-SP), enquanto Sóstenes também apresentou divergências durante os debates.

O texto discutido pretendia equiparar facções criminosas a grupos terroristas, gerando tensões entre os partidos. Para evitar o impasse, Derrite chegou a retirar o tema do projeto, mas Sóstenes apresentou um destaque para reinseri-lo.

Em reunião que contou com a presença de outras lideranças e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que apoiava a inclusão do tema, Motta pediu ao líder do PL que retirasse a proposta. A conversa se tornou acalorada.

Segundo reportagem da Folha, Sóstenes teria perguntado: “E o que você me oferece em troca? Coloca o projeto do [deputado] Danilo Fortes [sobre antiterrorismo] para votar?”. Motta respondeu que não poderia se comprometer, e Sóstenes manteve o destaque.

No plenário, o presidente da Câmara barrou de ofício o destaque de Sóstenes, alegando que era inconstitucional, mantendo o projeto do PL fora do texto final. Na madrugada seguinte, Motta enviou a mensagem oficializando o rompimento.

O presidente da Câmara disse a interlocutores que respeita Sóstenes, mas criticou o comportamento do líder do PL e de Lindbergh, que, segundo ele, “adoram gerar caos semanal nas votações, levando a Câmara a desgastes desnecessários”.

Apesar das divergências, Motta ressaltou que os dois líderes são amigos, e, em sua visão, chegam a combinar até o momento de conflito para garantir destaque na mídia, que frequentemente os convida para debates. E mais: Bolsonaro teve crise de soluço na prisão e precisou de auxílio; saiba detalhes. Clique AQUI para ver. (Foto; Ag. Câmara; Fonte: Folha de SP)

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